- A Operação Miragem da Polícia Federal investiga um suposto esquema fraudulento relacionado à Digimais, instituição financeira do grupo da Igreja Universal.
- O presidente do Republicanos, Marcos Pereira, afirmou que o partido não tem relação com o caso.
- Pereira destacou que, entre 43 deputados federais, 7 são da igreja; entre 6 senadores, nenhum; e entre 8 pré-candidatos a governadores, nenhum.
- Ele disse à CNN Brasil que “a história não se escreve para trás, apenas para frente”.
- A defesa busca blindar a legenda de possível desgaste político gerado pela operação.
O Partido Republicanos contesta a relação entre a legenda e a operação Miragem, da Polícia Federal, que apura possível esquema fraudulento ligado ao Sistema Financeiro Nacional na gestão da instituição Digimais, ligada ao grupo do bispo Edir Macedo. A ação foi deflagrada pela PF recentemente.
A defesa ficou a cargo do presidente do Republicanos, deputado Marcos Pereira, que busca blindar a sigla de qualquer envolvimento no caso. A operação mira suposto desvio de recursos envolvendo a instituição Digimais. Não há confirmação de participação de integrantes do partido.
Segundo Pereira, o Republicanos não tem qualquer vínculo com as atividades investigadas. Ele ressaltou que, entre 43 deputados federais, apenas 7 são vinculados à igreja mencionada, e nenhum dos 6 senadores pertence ao grupo. Também afirmou que nenhum dos 8 pré-candidatos a governadores é ligado à instituição.
Defesa e posicionamento do partido
A bancada e a direção do Republicanos devem acompanhar os desdobramentos da operação e as informações apresentadas pela PF. O objetivo é esclarecer que a sigla não participa nem protagoniza ações investigadas.
A foto oficial da legenda reforça o afastamento de eventuais ligações com a estrutura investigada. A PF não informou alterações no andamento do inquérito ou pendências específicas envolvendo o partido até o momento.
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