- Haddad disse que escolherá o vice-governador de São Paulo entre Marina Silva, Simone Tebet ou Márcio França até esta quinta-feira (25).
- A divulgação foi feita por Haddad nas redes sociais após reunião com Lula no Palácio da Alvorada.
- Ele deverá conversar com aliados e decidir o nome em até 24 horas, segundo relatos.
- Márcio França retomou conversas para concorrer ao governo de São Paulo, após desistências de Paulo Serra e Kim Kataguiri.
- O presidente Lula teria usado o argumento de manter palanque para Lula no segundo turno em São Paulo para convencer Haddad a se candidatar.
Haddad afirmou nas redes sociais que definirá até esta quinta-feira (25) quem será seu vice-governador na chapa que encabeça em São Paulo. A opção envolve três ex-auxiliares de Lula: Marina Silva, Simone Tebet e Márcio França.
A decisão ocorreu após reunião no Palácio da Alvorada entre Lula e pré-candidatos que apoiarão o palanque paulista. Também participaram presidentes do PT e do PSB, além de Geraldo Alckmin e de Tebet e Marina, mencionadas como possíveis vices.
Segundo relatos, Haddad ficou surpreso com a tarefa de escolher e pretende dialogar com aliados para definir o nome em cerca de 24 horas. O encontro ocorreu após a conversa de Lula com o senador Jaques Wagner sobre a liderança do governo no Senado.
Movimentação dos aliados
França retomou conversas para disputar o governo de São Paulo, após a desistência de Paulo Serra e Kim Kataguiri. Ele justifica a entrada no pleito para evitar que a eleição se decida já no primeiro turno, mantendo a competição entre Haddad e Tarcísio de Freitas.
Fontes próximas ao PT destacam que a iniciativa de França pode impactar o cenário eleitoral, já que a presença dele pode reduzir votos de Haddad. A direção petista tem avaliado o efeito provável da entrada dele na chapa majoritária.
No contexto: Haddad decidiu pela candidatura ao governo, abrindo espaço para Tebet e Marina comporem a chapa para o Senado, conforme desenho originalmente elaborado pelo PSB. A avaliação interna aponta que a atuação de França permanece sob escrutínio entre as siglas.
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