- Lula pretende encerrar a agenda até 4 de julho, antes das restrições da legislação eleitoral para inaugurações e aparições oficiais.
- Ele já teve agenda no Rio de Janeiro e em São Paulo e deve retornar à capital paulista para novas entregas, incluindo compromissos com Guilherme Boulos.
- Entre os foros confirmados, está a passagem pela Bahia no feriado de 2 de julho, com permanência prevista de pelo menos dois dias.
- Existe a expectativa de uma visita ao sul do país, aproveitando a cúpula do Mercosul no Paraguai para incluir um passeio pelo Paraná e a visita a Itaipu.
- O governo também lida com a crise envolvendo Jacques Wagner, após a operação Compliance Zero, com debates sobre possível afastamento ou continuação dele na liderança do governo.
O presidente Lula ampliou a agenda de viagens pelo país para aproveitar o período anterior ao marco de restrições da legislação eleitoral. Segundo apuração da analista Isabel Mega, no Live CNN, a agenda deve ser encerrada até 4 de julho, data a partir da qual há limites para inaugurações públicas.
A equipe presidencial planeja deslocamentos a diversos estados nas próximas semanas. Lula já passou pelo Rio de Janeiro e por São Paulo e deve retornar à capital paulista, com novos compromissos, incluindo encontros com Guilherme Boulos. A estratégia é manter a atuação pública enquanto for possível.
Entre as metas está a passagem pela Bahia no feriado de 2 de julho, com permanência prevista de ao menos dois dias no estado, conforme planejamento. Também há perspectiva de viagem ao sul, aproveitando a cúpula do Mercosul no Paraguai para incluir o Paraná e visita a Itaipu.
Situação envolvendo Jacques Wagner
Paralelamente, o governo acompanha a crise envolvendo o senador Jacques Wagner, após a operação Compliance Zero realizada na última semana, que atingiu Wagner e familiares. A proximidade de Wagner com Lula deixa o caso especialmente sensível próximo ao período eleitoral.
Movimentações internas indicam discussões sobre a permanência dele na liderança do governo ou o possível afastamento, com o objetivo de reduzir impactos da crise na base governista. O PT também avalia o efeito político da operação na campanha.
Cronograma e impactos
Bastidores apontam que o tempo é curto para reajustes de agenda antes das regras eleitorais entrarem em vigor. A meta é ampliar a aprovação de Lula em meio a pesquisas que acompanham a tendência de queda de Flávio Bolsonaro, ainda sem dados públicos sobre o efeito da crise Wagner.
A reportagem da CNN Brasil ressalta que as informações são checadas por jornalistas e passaram pela revisão da equipe de jornalismo. Fontes oficiais não foram citadas neste texto.
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