- Moraes afirmou que a arma apreendida pode configurar falta grave e levar à cessação da prisão domiciliar, e pediu parecer da Procuradoria-Geral da República em até 48 horas.
- Após o parecer, haverá prazo de 48 horas para manifestação da defesa de Bolsonaro.
- Bolsonaro prestou depoimento à Polícia Civil do Distrito Federal sobre a arma na terça-feira, 23 de junho.
- A pistola Glock de calibre 9 milímetros foi apreendida na noite de 15 de junho com um segurança durante blitz da Polícia Militar no Distrito Federal.
- A defesa afirma que ele pediu o conserto após identificar uma falha e sustenta que não há correlação com o fim do prazo da prisão domiciliar, que vence na quinta-feira, 25 de junho.
O ministro Alexandre de Moraes, do STF, afirmou que a apreensão da arma de Bolsonaro pode ser caracterizada como falta grave, com potencial de revogar a prisão domiciliar. Moraes pediu à PGR um parecer em até 48 horas sobre o caso. Em seguida, abre-se prazo de mais 48 horas para a defesa se manifestar.
Bolsonaro prestou depoimento à Polícia Civil do DF na terça-feira, respondendo sobre a pistola apreendida. A defesa reiterou que não houve divergências em relação ao que já havia sido informado previamente.
A pistola Glock de calibre 9 mm foi apreendida na noite de 15 de junho, com um segurança do ex-presidente durante blitz da Polícia Militar do Distrito Federal. A defesa afirma que o regime de domiciliar vence na quinta-feira, 25, e que não há relação entre o episódio e o término do benefício.
PGR: parecer em 48 horas
Moraes determinou que a Procuradoria-Geral da República emita parecer sobre a posse da arma mantida no imóvel de Bolsonaro, com carregador sobressalente, e a justificativa para o conserto solicitado antes do fim do regime de prisão domiciliar. O objetivo é esclarecer atribuições e riscos envolvidos.
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