- Márcio França desceu no Aeroporto de Congonhas pela manhã e falou ao Metrópoles antes de seguir para o comitê da campanha de Haddad.
- França afirma que pode somar à campanha por conhecer São Paulo e os prefeitos, dizendo que o governador Tarcísio de Freitas tem dificuldade de relacionamento com eles.
- França e Haddad viajaram no mesmo voo de Brasília para São Paulo; na véspera, eles participaram de reunião com Marina Silva e Simone Tebet para discutir as eleições.
- Haddad reforçou que França sabe se relacionar com os políticos do estado; ambos reconhecem as dificuldades que podem enfrentar com o atual governador.
- No viés da esquerda, um desempenho expressivo do grupo mesmo em um eventual segundo turno pode impulsionar a campanha presidencial de Lula.
Márcio França desembarcou nesta quinta-feira (25/6) em Congonhas, na zona sul de São Paulo, para confirmar sua indicação como vice na chapa de Fernando Haddad (PT). O ex-ministro chegou de Brasília e participou de uma conversa com o Metrópoles antes de seguir ao comitê da campanha petista.
Segundo França, a parceria deve fortalecer a atuação em São Paulo, pois ele conhece o estado e os prefeitos. Ele apontou ainda que o relacionamento entre o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) e lideranças locais tende a exigir ajustes da campanha.
Na véspera, Haddad, França e outras lideranças de esquerda estiveram reunidos para alinhamento estratégico. Marina Silva (Rede) e Simone Tebet (PSB) também participaram do encontro, que tratou da chapa para as eleições no estado.
A indicação de França ocorre em meio a avaliar a dificuldade apontada por pesquisas relativas ao desempenho de Tarcísio. A esquerda espera que o apoio paulista ajude a sustentar o crescimento da chapa de Haddad.
Contexto político
A atuação de França é apresentada como tentativa de ampliar alianças locais. O objetivo é consolidar uma base eleitoral relevante em SP, sem comprometer a estratégia nacional da coalizão.
Entre na conversa da comunidade