- Márcio França (PSB) será vice na chapa de Fernando Haddad em São Paulo.
- Em São Paulo, as ex-ministas Simone Tebet (PSB) e Marina Silva (Rede) vão disputar o Senado.
- Lula tenta convencer Marília Campos (PT), ex-prefeita de Contagem, a disputar o governo de Minas Gerais, mas ela resiste.
- No PT de Minas, a legenda encara encruzilhada: decisão sobre palanque de Lula e especulações sobre nomes como Alexandre Kalil ou Josué Alencar.
- Jaques Wagner deixou a liderança do governo no Senado após audiência da Polícia Federal; Sidônio Palmeira coordenou divulgação da saída próximo ao jogo do Brasil contra a Escócia.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva definiu o palanque de São Paulo para as eleições estaduais. Márcio França (PSB) será vice na chapa de Fernando Haddad ao governo. A escolha encerra impasses entre aliados e aponta para o cenário no principal colégio eleitoral do País.
Em Minas Gerais, Lula ainda busca convencer Marília Campos (PT), ex-prefeita de Contagem, a disputar o governo. Até o momento, ela resiste à pressão do PT para compor o palanque estadual. A decisão mineira segue indefinida, com o partido avaliando nomes para fortalecer a chapa.
Eleições em São Paulo: definição do vice
França aceitava atuar ao lado de Haddad, após articulações envolvendo PCdoB e o PT. O ex-ministro defendia a candidatura ao Bandeirantes diante das desistências de adversários locais, buscando ampliar a capacidade de disputar um segundo turno.
Na prática, a chapa paulista conta com Simone Tebet (PSB) e Marina Silva (Rede) como candidatas ao Senado, segundo avaliações internas. A composição foi calculada para manter o eixo centro-esquerda competitivo no estado.
Cenário em Minas: pressão sobre Marília Campos
No Brasil, o PT encara o desafio de consolidar palanque no segundo maior colégio eleitoral. Marília Campos critica a ideia de lançar candidatura própria ao governo, afirmando ter priorizado uma vaga no Senado. O tema divide o partido entre alianças e independência.
A decisão mineira envolve ainda o dilema sobre quem pode compor o palanque para Lula no estado, com nomes como Josué Alencar e possibilidades de aliança com outras siglas discutidas. O cenário permanece em aberto e sujeito a negociação.
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