- Marília Campos, ex-prefeita de Contagem, afirmou que a decisão do PT de lançar candidatura própria ao governo de Minas é erro estratégico.
- Ela mantém a pré-candidatura ao Senado e defende uma aliança ampla com partidos como PCdoB, PV, PSB, MDB, Rede, PSOL e PDT.
- A pressão pela candidatura de Marília aumentou após reunião com o presidente Lula, que sinalizou preferência por candidatura própria do PT em Minas.
- A presidente do PT de Minas, Leninha, confirmou a decisão do partido de ter um nome do partido na disputa pelo governo e disse que definições virão nos próximos dias.
- Marília acredita que a candidatura ao Senado é a única disponibilidade política para 2026 e destaca avanço da presença feminina em cargos majoritários e fortalecimento da base de Lula em Minas.
Marília Campos, ex-prefeita de Contagem (MG) e filiada ao PT, disse nesta quinta-feira que a decisão do partido de lançar uma candidatura própria ao Governo de Minas é um equívoco estratégico. Ela é vista como provável candidata de Lula ao Senado.
Em nota, a ex-prefeita reafirmou a intenção de disputar o Senado e defendeu que o PT lidere uma aliança ampla com PCdoB, PV, PSB, MDB, Rede, PSOL e PDT, entre outros. A ideia é fortalecer uma frente democrática no estado.
Marília Campos argumenta que consolidar uma candidatura própria ao governo mineiro pode manter a esquerda em polarização, dificultando a formação de maioria políticas para sustentar o projeto democrático liderado pelo presidente Lula.
A pressão sobre a candidatura ao governo ganhou impulso após reunião ocorrida na quarta-feira (24) entre Lula e lideranças petistas. O encontro foi citado como sinal de preferência pela candidatura própria do PT em MG.
Na quinta-feira, a presidente do PT de Minas, Leninha, declarou que o partido pretende manter um nome da sigla na disputa pelo governo. Ela afirmou que as definições virão nos próximos dias, em diálogo com forças políticas alinhadas ao governo Lula.
Segundo o PT, Minas Gerais é estratégico para a reeleição de Lula, pela expressiva base eleitoral e pela necessidade de ampliar a presença feminina em cargos majoritários, como ressaltado por Marília Campos na divulgação de sua pré-candidatura ao Senado.
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