- O vereador Senival Moura (PT-SP), de São Paulo, foi preso pela manhã desta quinta-feira, 25, suspeito de ligação com o PCC em esquema de lavagem de dinheiro no transporte público.
- A operação Última Parada cumpriu cinco mandados de prisão e cento e quatro de busca e apreensão.
- Além de Moura, o presidente da empresa Transunião, Jair Ramos de Freitas, e mais duas pessoas ligadas a ele foram presos.
- Houve bloqueio de 194 milhões de reais em contas ligadas aos investigados e à companhia, além de 117 veículos, 21 imóveis e três embarcações.
- A Gazeta do Povo solicitou posicionamento ao gabinete do vereador e à Transunião, mas ainda não houve resposta.
O vereador Senival Moura (PT-SP), de São Paulo, foi preso na manhã desta quinta-feira (25) sob suspeita de ligação com a facção criminosa PCC em um esquema de lavagem de dinheiro no transporte público. A operação Última Parada envolve cinco mandados de prisão e 104 de busca e apreensão.
Além de Moura, foi preso Jair Ramos de Freitas, presidente da Transunião, e mais duas pessoas ligadas à empresa. Também houve bloqueio de R$ 194 milhões em contas ligadas aos investigados e à companhia, além de 117 veículos, 21 imóveis e três embarcações.
A Gazeta do Povo acionou o gabinete do vereador e a Transunião para comentários, mas não houve retorno no momento da divulgação. As informações oficiais não detalham o papel específico dos envolvidos.
Detalhes da operação
A investigação apura esquema de lavagem de dinheiro envolvendo empresas do transporte coletivo na capital, com movimentação financeira atrelada a operações da Transunião. As autoridades não divulgaram todos os nomes ou os vínculos completos.
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