- Carolyn, mãe do menino de 10 anos, e Hamilton, ex-companheiro dele, foram encontrados mortos no bairro Colônia, zona leste de São Paulo, com sinais de espancamento e indícios de asfixia.
- Lucas, apontado como cúmplice, foi detido; ele teve prisão temporária decretada pela Justiça após ter sido espancado por moradores na região.
- A tentativa de sequestro aconteceu no dia 16 de junho, em Guaianases; câmera de segurança mostra um homem abordando o garoto, que resistiu, sendo libertado por uma testemunha.
- A polícia aponta que Hamilton planejava tirar a criança da guarda após acreditar em maus-tratos; segundo a investigação, Lucas participou do plano.
- A investigação também apura a possibilidade de um “tribunal do crime” ter influência nas mortes; o caso é conduzido pela 1ª Delegacia de Proteção à Pessoa do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa.
O que aconteceu: houve uma tentativa de sequestro de uma criança de 10 anos em Guaianases, zona leste de São Paulo, na tarde de 16 de junho. A ação terminou com a morte da mãe da vítima, Carolyn, e de Hamilton, ex-companheiro dela. Os corpos foram encontrados no bairro Colônia.
Quem está envolvido: segundo a polícia, o crime foi planejado por Hamilton, com participação de Lucas, identificado apenas pelo nome. Lucas foi detido e indiciado pelo crime de tentativa de subtração de incapaz; Hamilton não foi preso publicamente até o momento. Carolyn era a mãe da criança.
Quando e onde: o sequestro ocorreu na tarde de 16 de junho em Guaianases. Os corpos de Carolyn e Hamilton foram localizados três dias depois, no bairro Colônia, na zona leste de São Paulo, com sinais de espancamento e indícios de asfixia.
Investigação e desdobramentos
A polícia investiga a existência de um possível “tribunal do crime” envolvido no desfecho violento. A hipótese ganhou espaço após as circunstâncias das mortes e a forma como os corpos foram encontrados, conforme a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo.
Situação processual
A SSP-SP informou que Lucas foi preso pela 44ª Delegacia (Guaianases) e teve a prisão temporária decretada pela Justiça. A apuração continua pela 1ª Delegacia de Proteção à Pessoa do DHPP, com o objetivo de esclarecer o planejamento, a participação e as motivações do crime.
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