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PM encontra central clandestina de criptomoedas ligada ao PCC em SP

Central clandestina de mineração de criptomoedas, apontada pela PM como ligada ao PCC, é localizada na Vila Andrade; prejuízo estimado entre R$ 650 mil e R$ 1,9 milhão

Foto colorida de central clandestina de mineração de criptomoedas encontrada pela Polícia Militar de São Paulo.
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  • Central clandestina de mineração de criptomoedas foi encontrada na Vila Andrade, região sul de São Paulo, pela Polícia Militar, com suspeita de ligação com o Primeiro Comando da Capital.
  • No imóvel, no piso superior, foram localizados 13 equipamentos de mineração; o sistema utilizava tubulações e energia por ligação clandestina, conhecida como “gato”.
  • O proprietário alugava o espaço para terceiros responsáveis pela central; ele foi levado ao 89º Distrito Policial, ouvido e liberado.
  • A PM estima que o prejuízo com a apreensão varie entre R$ 650 mil e R$ 1,9 milhão; as estruturas podem servir para ocultação e movimentação de recursos do crime.
  • Fontes da investigação afirmam que centrais clandestinas desse tipo têm aparecido com mais frequência em comunidades onde atua o PCC; em maio houve caso similar em Paraisópolis, com máquinas a R$ 18 mil cada e uso de energia furtada.

Uma central clandestina de mineração de criptomoedas foi localizada na noite de sexta-feira (26/6) na Vila Andrade, zona sul de São Paulo, pela Polícia Militar. A corporação suspeita que o espaço era usado pelo PCC.

Durante patrulhamento da Caep, no 16º Batalhão, os agentes desconfiaram de grandes tubulações na fachada de um imóvel na Rua Campo Novo do Sul. No piso superior, 13 equipamentos de mineração foram encontrados.

O proprietário afirmou que alugava o espaço a terceiros responsáveis pela operação. Ele foi levado ao 89º DP, ouvido e liberado após o depoimento.

A PM estima que o prejuízo possa chegar a milhões. Os técnicos calculam valores entre R$ 650 mil e R$ 1,9 milhão em equipamentos. Há alerta sobre uso de energia furtada para fins criminosos.

Fontes próximas ao caso disseram ao Metrópoles que centrais desse tipo aparecem com mais frequência em comunidades com atuação do PCC, que, segundo a polícia, pode lavar dinheiro assim.

Em maio, a PM já havia desarticulado uma mineradora de Bitcoins em Paraisópolis, com máquinas avaliadas em cerca de R$ 18 mil cada e uso de energia furtada.

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