Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Nordeste vira desafio para Flávio Bolsonaro com palanques frágeis

Flávio Bolsonaro encara palanque frágil no Nordeste, com quatro estados sem candidato ao governo e aliados reticentes

Flávio Bolsonaro em pré-campanha à Presidência da República
0:00
Carregando...
0:00
  • O campo bolsonarista no Nordeste ainda não definiu candidatos ao governo em Ceará, Pernambuco, Maranhão e Alagoas, com palanques frágeis e aliados reticentes ao apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro.
  • No Ceará, a aliança com Ciro Gomes segue em banho-manha, enquanto há atritos internos no PL entre Flávio e Michelle Bolsonaro; Ciro sinalizou que não subirá no palanque do senador.
  • No Maranhão, Lahesio Bonfim desistiu do governo e negocia uma candidatura ao Senado na chapa de Eduardo Braide, que evita salto para o cenário nacional; o PL local tem apoio para Senado a Weverton Rocha e André Fufuca.
  • Em Pernambuco, o PL não tem candidato a governador; a disputa fica entre Raquel Lyra e João Campos, com Anderson Ferreira indo para deputado federal e o partido mirando o Legislativo.
  • As duas estruturas mais fortes para Flávio estão na Paraíba e no Rio Grande do Norte, com Efraim Filho no PL paraíba e Álvaro Dias no RN; na Bahia, o PL fechou acordo com ACM Neto, ampliando o leque de palanques regionais.

O cenário nordestino pode complicar a presença política de Flávio Bolsonaro (PL) no Nordeste, onde a base ainda não definiu candidaturas ao governo nos estados de Pernambuco, Ceará, Maranhão e Alagoas. Palanques frágeis e aliados reticentes marcam o esforço do campo bolsonarista de ampliar espaço na região.

No Ceará, conversas para alinhamento com Ciro Gomes (PSDB) caminham em banho-maro, enquanto o apoio do PL a Ciro gera atritos internos com Michelle Bolsonaro. Ela afirmou sentir desrespeito em episódio divulgado recentemente, envolvendo apoio a alianças com Eduardo Girão.

No Maranhão, Lahesio Bonfim (Novo) abriu mão de disputar o governo e negocia vaga no Senado na chapa de Eduardo Braide (PSD). O PL regional tem cenário interno complexo, com apoio a adversários de Lula e alianças possíveis no Senado.

Em Pernambuco, o PL não definiu candidato ao governo diante da polarização entre Raquel Lyra (PSD) e João Campos (PSB). Anderson Ferreira migrando para deputado federal indica mudanças na estratégia do partido no estado, que já reconhece a importância de setores conservadores.

Na Alagoas, o PL perdeu força após a saída de João Henrique Caldas para o PSDB, mantendo foco no embate com Renan Filho (MDB). Alfredo Gaspar (PL) considera dobradinha no Senado com Arthur Lira (PP), sem palanque próprio para governador.

OPL também registra alterações em Sergipe, com a troca de partido de Valmir de Francisquinho, que migrou para o Republicanos. Ricardo Marques, vice de Aracaju, terá menos apoio da prefeita Emília Corrêa, que também migrou.

No Piauí, Toni Rodrigues (PL) aparece como candidato ao governo, enquanto Joel Rodrigues (PP) lidera a oposição a Rafael Fonteles (PT). A formação de alianças ainda não está consolidada, com disputas regionais definindo estratégias do PL.

No Brasil, a Bahia concentra esforços com aliança entre PL e ACM Neto (União Brasil), no esforço contra Jerônimo Rodrigues (PT). Neto permanece afastado de oponentes nacionais, mantendo foco local, o que influencia o tabuleiro nordestino.

Pela Paraíba e Rio Grande do Norte, o PL segue com vigor, após reforços de quadros de centrão. Efraim Filho migrou para o PL para concorrer ao governo da Paraíba, articulando campanha conjunta com Flávio Bolsonaro para Campina Grande no início de julho. No RN, Álvaro Dias concorre ao governo com passagem recente do Republicanos.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais