- A Polícia Federal localizou em lista atribuída ao bicheiro Adilsinho a menção a uma doação de R$ 3,2 milhões para o ex-governador Cláudio Castro (PL).
- Castro não é alvo da 5ª fase da Operação Unha e Carne, deflagrada nesta quinta-feira (2).
- A PF prendeu Adilson Oliveira Coutinho Filho, o Adilsinho, e determinou sequestro de bens de até R$ 22 milhões com base em investigações anteriores.
- A lista reúne supostos pagamentos indevidos, doações eleitorais e contabilidade ligada à lavagem de dinheiro, com nomes de agentes políticos do Rio.
- O STF pode ter envolvimento com outras frentes do caso; a defesa de Castro afirma que a citação não comprova recebimento de valores ou irregularidade eleitoral.
O ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro (PL) aparece em uma lista atribuída pela Polícia Federal ao bicheiro Adilsinho, alvo da 5ª fase da Operação Unha e Carne deflagrada nesta quinta-feira (2). A lista cita uma doação de R$ 3,2 milhões para Castro, mas ele não é alvo da operação.
A apuração indica que a relação reúne supostos pagamentos indevidos, doações eleitorais e contabilidade ligada à lavagem de dinheiro, com nomes de agentes políticos do estado. A defesa de Castro afirma que a citação não comprovou recebimento de valores ou irregularidade eleitoral. A assessoria do ex-governador foi procurada pela reportagem e ainda não se manifestou.
Ainda conforme a matéria, a PF prendeu Adilson Oliveira Coutinho Filho, o Adilsinho, e decretou o sequestro de bens de até R$ 22 milhões com base em investigações anteriores. A notícia ressalta que as apurações não consideram Castro como alvo direto e que o STF pode ter envolvimento com outras frentes do caso.
Prisão e desdobramentos
A PF informou a prisão do acusado e o cumprimento de mandados autorizados pela justiça. Parte das diligências ocorreu em imóveis ligados a Adilsinho, segundo fontes oficiais.
O sequestro visa assegurar eventual ressarcimento de danos ao erário. O STF não confirmou, até o momento, envolvidos diretos com o ex-governador. As informações foram retiradas do G1.
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