- A oposição criticou Lula por mostrar o dedo do meio durante discurso no Palácio do Planalto, ao defender o acesso de pobres a serviços públicos de qualidade, em 3 de julho de 2026.
- Flávio Bolsonaro transformou a imagem em meme e escreveu: “Quando o brasileiro pergunta: e a picanha?”.
- Rubinho Nunes também comentou no X, dizendo “quando os diálogos cabulosos?”.
- Romeu Zema afirmou que o gesto era dirigido a “brasileiros do bem” que discordam de ações do PT, dizendo que no Brasil do PT há escândalos de corrupção.
- Mario Frias questionou como seria a reação se o gesto tivesse sido feito por Jair Bolsonaro; Gustavo Gayer citou Alexandre de Moraes para criticar o ato.
Oposição criticou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva por ter mostrado o dedo do meio durante discurso no Palácio do Planalto, na sexta-feira, 3 de julho de 2026. A fala defendia o acesso de pessoas de baixa renda a serviços públicos de qualidade.
O senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à presidência, transformou o registro em meme em suas redes e insinuou uma reação ocupante da imagem com uma provocação sobre a picanha. Rubinho Nunes, vereador também criticou o gesto em postagem nas redes sociais.
Romeu Zema, pré-candidato pelo Novo, afirmou que o gesto seria dirigido a brasileiros considerados trabalhadores e cristãos que discordam de ações do governo. Segundo ele, no Brasil do PT, não faltaríamos com gestos de desaprovação e haveria escândalos.
Mario Frias, deputado pelo PL, questionou como seria a recepção se o gesto tivesse sido feito por Jair Bolsonaro, também do PL, sugerindo tratamento diferente entre as situações. Gustavo Gayer, também do PL, citou o ministro Alexandre de Moraes para criticar o ato, associando o gesto a uma reação do ministro após sanções impostas pelos EUA.
A situação acontece em meio a debates sobre estilo de comunicação pública e a percepção de polarização política, com articuladores da oposição destacando o simbolismo do gesto e seus desdobramentos nas redes sociais.
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