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Servidores da Abin defendem nova lei após episódio da Abin Paralela

Intelis defende atualização do marco legal da inteligência e mecanismos de controle para evitar desvios, afirmando que Abin Paralela não pode frear a modernização

Agência Brasileira de Inteligência (Abin) - Metrópoles
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  • Intelis afirma que o episódio “Abin Paralela” reforça a necessidade de atualizar o marco legal da inteligência e ampliar mecanismos de controle.
  • A entidade enviou a nota ao Metrópoles após a reportagem que mostrou resistência do Planalto, da Secretaria de Relações Institucionais e da Polícia Federal a uma nova lei por temer repetição do caso.
  • Segundo a nota, desvios são legítimos de ser tratados pela lei, com controles eficientes, profissionalização, transparência e responsabilização.
  • A Intelis sustenta que Abin Paralela não pode parar a modernização da inteligência brasileira e destaca a urgência de regulamentação robusta para delimitar atribuições, separar a inteligência de Estado da investigação e impedir usos privados ou político-partidários.
  • Conforme apuração, o texto pode ir a votação no Senado na próxima semana após ajustes.

A Intelis, União dos Profissionais de Inteligência de Estado da ABIN, enviou uma nota ao Metrópoles sobre o episódio conhecido como Abin Paralela. A declaração acontece após reportagem publicada em 27 de junho de 2026. O tema envolve a atualização do marco legal da inteligência brasileira e o fortalecimento de mecanismos de controle.

A entidade afirma que episódios de desvio de finalidade são legítimos de tratar com seriedade institucional. O debate sobre a lei deve partir da premissa de que desvios são enfrentados pela lei, por controles eficientes, profissionalização, transparência e responsabilização.

Segundo a Intelis, a Abin Paralela não pode paralisar a modernização da Inteligência brasileira. A instituição defende que a regulamentação robusta delimite atribuições, separe inteligência de Estado de investigação criminal e assegure rastreabilidade e auditoria.

Desdobramentos

A nota destaca a necessidade de evitar usos privados ou político-partidários da atividade. Técnicas sensíveis devem ficar sob controle adequado, com mecanismos de supervisão eficazes.

A reportagem aponta que o texto do projeto de lei está previsto para ser votado pelo Senado na próxima semana, após ajustes de conteúdo. A pauta é ligada à definição de atuação e limites da Inteligência de Estado.

Contexto adicional

A Intelis associa a urgência da regulamentação à defesa de uma inteligência profissional, juridicamente delimitada e sob controle democrático. O objetivo é reduzir riscos de capturas indevidas e ampliar mecanismos de fiscalização.

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