- Datafolha aponta 45% de aprovação à gestão de Tarcísio de Freitas no governo de São Paulo, 32% regular e 20% ruim ou péssima.
- A pesquisa ouviu 1.608 eleitores em 71 cidades entre 1 e 3 de julho, com margem de erro de ±2 pontos percentuais.
- Em abril de 2023, o cenário era semelhante: 44% positivos e 20% ruins ou péssima.
- Sobre o desempenho, 46% disseram que ele fez menos do que o esperado, 35% fizeram o que era previsto e 13% fizeram mais.
- Intenções de voto: 46% para Tarcísio; 30% para Fernando Haddad; no segundo turno, Tarcísio tem 53% e Haddad 37%.
A gestão de Tarcísio de Freitas (Republicanos) em São Paulo tem 45% de aprovação, 32% avaliam como regular e 20% a considers ruins ou péssimas, segundo pesquisa Datafolha divulgada neste domingo (5). O levantamento ouviu 1.608 eleitores entre 1º e 3 de julho, com margem de erro de 2 pontos percentuais.
Na comparação com abril de 2023, a avaliação positiva ficou estável: 44% aprovavam a gestão na época e 20% a viam como ruim ou péssima. Entre os entrevistados, 63% consideram o governador ótimo ou bom, 32% desaprovam e 6% não sabem.
Resultados da pesquisa
Quase metade dos entrevistados (46%) disse que ele fez menos do que o esperado no cargo. Outros 35% afirmaram que fez o que era previsto e 13% apontaram ter feito mais do que esperavam.
Entre as áreas citadas como problemas do estado, segurança pública e saúde aparecem empatadas com 27% cada uma, seguidas pela educação (11%) e pela economia (3%). Esses números refletem prioridades apontadas pela população.
Intenções de voto e cenários
Para as próximas eleições, Tarcísio aparece com 46% das intenções de voto para o Governo, frente a 30% de Fernando Haddad (PT). Em um eventual segundo turno, o governador teria 53% contra 37% do adversário petista.
Foram ouvidos 1.608 eleitores em 71 cidades, entre 1º e 3 de julho. A margem de erro permanece em 2 pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa Datafolha está registrada na Justiça Eleitoral sob os códigos SP-01703/2026 e BR-06481/2026.
A divulgação ocorreu após o fim de uma rodada de entrevistas e análise de cenários eleitorais, com foco em avaliação de gestão, prioridades públicas e possibilidades de voto em 2º turno.
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