- O congressista republicano Carlos Giménez, da Flórida, pediu que a Casa Branca reconsidere retirar o TPS de haitianos, após decisão do Supremo que autorizou encerrar o TPS para haitianos e sírios.
- Cerca de 350 mil haitianos sob TPS poderiam ser deportados de volta ao Haiti, considerado estado falido por Giménez.
- Giménez também pediu a reinstituição do TPS para venezuelanos após os terremotos que atingiram venezuela em 24 de junho.
- Uma orientação do Departamento de Segurança Interna limitou que beneficiários do TPS no Haiti mantenham status e autorização de trabalho até alinhar a jurisprudência com a decisão da Suprema Corte.
- A posição de Giménez acompanha a de outros republicanos, como o governador de Ohio, Mike DeWine, e o congressista Mike Lawler, sobre os impactos de encerrar o TPS; tramita no Congresso o projeto HR 1689 para manter Haiti sob TPS até 2029, ainda sem aprovação no Senado.
Carlos Giménez, congressista republicano da Flórida, pediu ao governo de Joe Biden que reavalie a decisão de encerrar o status de proteção temporária, o TPS, para haitianos. A sugestão surge após a Suprema Corte dos EUA autorizar o fim do TPS para haitianos e sírios.
O tribunal autorizou o fim do TPS para mais de 350 mil haitianos e cerca de 6 mil sírios. A direção do Departamento de Segurança Interna informou que os beneficiários haitianos manterão o status até que as cortes inferiores acompanhem a decisão da Suprema Corte.
Giménez, que representa parte do condado de Miami-Dade, afirmou que devolver haitianos sob TPS ao Haiti seria um erro grave. O congressista também defende a reinstituição do TPS para venezuelanos após o terremoto de 24 de junho.
Contexto legal e político
A decisão da Suprema Corte manteve um caminho para encerrar o TPS, com base na aprovação de políticas do governo anterior. O DHS indicou que haitianos com TPS poderão seguir trabalhando enquanto a batalha judicial prossegue.
Reações políticas, nos EUA, incluem líderes de estados com comunidades haitianas significativas. O governador de Ohio, Mike DeWine, pediu reconsideração, destacando impactos em setores como manufatura e serviços, além de famílias que dependem desses trabalhadores.
Impactos regionais e sociais
DeWine citou impactos em comunidades locais, destacando que haitianos trabalham em fábricas e no setor de alimentação. Outros representantes republicanos também têm mostrado preocupação com consequências econômicas e humanas de uma retirada abrupta.
Giménez também tem histórico de defender o TPS para haitianos e venezuelanos, apoiando propostas legislativas para manter o status até 2029. A mobilização ocorre em meio a debates sobre imigração e segurança pública.
Status atual e próximos passos
A decisão final sobre a política de TPS envolve ações legislativas no Congresso, com a proposta HR 1689 em pauta. O texto recebeu apoio bipartidário na Câmara e aguarda apreciação no Senado.
Fontes oficiais indicam que, mesmo com mudanças, o DHS pode emitir diretrizes para manter o TPS vigente até novas decises judiciais. O enfoque permanece na proteção a haitianos e sírios diante de contextos de vulnerabilidade.
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