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Interpol desmantela rede de tráfico de tartarugas e prende 15 suspeitos na operação

- A Interpol desmantelou uma rede de tráfico de espécies protegidas, prendendo 15 membros. - A investigação começou em julho de 2022, com a apreensão de 116 filhotes de tartaruga. - A traficante principal foi localizada na Bulgária e extraditada para a Tanzânia. - Apenas cerca de vinte tartarugas apreendidas sobreviveram; as demais foram repatriadas. - O caso destaca a luta internacional contra o tráfico de vida selvagem e proteção de espécies.

A Interpol anunciou, nesta sexta-feira, o desmantelamento de uma rede de tráfico de espécies protegidas, resultando na prisão de 15 membros e na devolução de cem tartarugas à Tanzânia. Cyril Gout, diretor-executivo interino da Interpol, destacou que o caso evidencia a determinação da aplicação da lei internacional para proteger espécies vulneráveis e combater o tráfico […]

A Interpol anunciou, nesta sexta-feira, o desmantelamento de uma rede de tráfico de espécies protegidas, resultando na prisão de 15 membros e na devolução de cem tartarugas à Tanzânia. Cyril Gout, diretor-executivo interino da Interpol, destacou que o caso evidencia a determinação da aplicação da lei internacional para proteger espécies vulneráveis e combater o tráfico ilegal.

A investigação teve início em julho de 2022, quando foram descobertos 116 filhotes de tartaruga na bagagem de uma mulher ucraniana no aeroporto de Bangkok. As tartarugas, incluindo espécies como as terrestres e as irradiadas, são protegidas pela Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas de Fauna e Flora Selvagens (Cites). A traficante conseguiu fugir antes do julgamento.

Após meses de investigação, a mulher foi localizada na Bulgária em março de 2023 e transferida para a Tanzânia em junho, após um alerta vermelho da Interpol. Além dela, outras 14 pessoas, originárias de países como Egito, Indonésia, Madagascar e Tanzânia, foram presas por envolvimento na mesma rede.

Das tartarugas apreendidas, apenas cerca de vinte sobreviveram. Tanto as vivas quanto as mortas foram repatriadas para a Tanzânia como evidência nos processos judiciais. As tartarugas sobreviventes passaram por quarentena antes de serem devolvidas ao seu habitat natural, garantindo sua reintegração ao meio ambiente.

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