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Corpos das vítimas do acidente aéreo em São Paulo são velados na Bahia após três meses

- As vítimas do acidente aéreo em São Paulo foram veladas na Bahia entre 23 e 25 de dezembro. - Jefferson Rodrigues Ferreira foi enterrado em Guanambi; os demais foram cremados em Salvador. - O avião estava regular segundo a Anac, e a caixa preta foi encontrada para investigação. - As vítimas trabalhavam na Abaeté Aviações, prestadora de serviços de fretamento. - A morte de Sylvia Rausch Barreto gerou lamento entre amigos e instituições, como o Cremeb.

Os corpos das cinco vítimas da queda de um avião de pequeno porte em São Paulo foram velados na Bahia, entre os dias 23 e 25 de janeiro de 2024, quase três meses após o acidente. As cerimônias ocorreram em Salvador, exceto para Jefferson Rodrigues Ferreira, que foi sepultado em Guanambi, sua cidade natal. Sylvia […]

Os corpos das cinco vítimas da queda de um avião de pequeno porte em São Paulo foram velados na Bahia, entre os dias 23 e 25 de janeiro de 2024, quase três meses após o acidente. As cerimônias ocorreram em Salvador, exceto para Jefferson Rodrigues Ferreira, que foi sepultado em Guanambi, sua cidade natal. Sylvia Rausch Barreto e Erisson Silva da Conceição Cerqueira foram cremados, enquanto Dulcival da Conceição Santos e Joseilton Borges tiveram cerimônias no Cemitério Bosque da Paz.

O acidente ocorreu na noite de 23 de outubro de 2023, em Santa Branca, durante uma tempestade. As vítimas, que trabalhavam na empresa Abaeté Aviações, residiam em Salvador. O avião estava em situação regular, segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), e a caixa preta foi encontrada, mas as causas do acidente ainda estão sendo investigadas.

Jefferson Rodrigues Ferreira, o comandante, tinha 13 anos de experiência como piloto e mais de 5 mil horas de voo. Sylvia Rausch Barreto, médica, formou-se em 2020 e sonhava em ser obstetra. Dulcival Santos, copiloto, e Joseilton Borges, mecânico e dirigente do Sindicato dos Aeroviários da Bahia, também foram lembrados por suas contribuições profissionais. Erisson Silva, enfermeiro, trabalhava na UTI do Hospital Português e era casado.

A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil – Sessão Bahia (CTB Bahia) e o Conselho Regional de Medicina da Bahia (Cremeb) lamentaram as perdas e pediram agilidade nas investigações. As cerimônias foram marcadas pela presença de familiares e amigos, que prestaram suas últimas homenagens.

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