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Homem é preso por feminicídio após forjar suicídio da esposa no Rio de Janeiro

- A personal trainer Ilines Valesca Carnaval da Silva, 30, foi encontrada morta em Belford Roxo. - O marido, Valdenir da Silva Almeida, 39, foi preso por suspeita de feminicídio. - Laudo do IML confirmou asfixia mecânica, descartando a hipótese de suicídio. - Imagens de câmeras mostram Valdenir agredindo Ilines horas antes de sua morte. - Justiça autorizou prisão temporária de Valdenir por 30 dias; investigação prossegue.

Um homem foi preso nesta segunda-feira, 27 de janeiro de 2024, em Belford Roxo, na Baixada Fluminense, suspeito de assassinar sua esposa, a personal trainer Ilines Valesca Carnaval da Silva, de 30 anos, e forjar um suicídio. A vítima foi encontrada morta no domingo, 26 de janeiro, com uma corda amarrada ao pescoço, levando os […]

Um homem foi preso nesta segunda-feira, 27 de janeiro de 2024, em Belford Roxo, na Baixada Fluminense, suspeito de assassinar sua esposa, a personal trainer Ilines Valesca Carnaval da Silva, de 30 anos, e forjar um suicídio. A vítima foi encontrada morta no domingo, 26 de janeiro, com uma corda amarrada ao pescoço, levando os familiares a inicialmente acreditarem em suicídio. No entanto, a investigação da Polícia Civil do Rio de Janeiro revelou evidências que mudaram essa narrativa.

Um laudo do Instituto Médico Legal (IML) indicou que a causa da morte foi asfixia mecânica por estrangulamento, o que levou a polícia a considerar o marido, Valdenir da Silva Almeida, de 39 anos, como principal suspeito de feminicídio. Imagens de câmeras de segurança mostraram Valdenir agredindo Ilines horas antes de sua morte, empurrando-a contra a parede. Após o crime, ele teria informado ao porteiro que a esposa havia cometido suicídio.

A delegada Cristiana Bento, da 54ª Delegacia de Polícia, descartou a hipótese de suicídio, afirmando que Valdenir teria matado Ilines e tentado encobrir o crime. A Justiça do Rio de Janeiro autorizou a prisão temporária de Valdenir por 30 dias. Os familiares relataram à polícia que o casal estava junto há seis meses e que Ilines já havia sido agredida anteriormente pelo marido.

A Polícia Civil continua investigando o caso, com laudos do IML sendo analisados e outras diligências em andamento para esclarecer as circunstâncias da morte. A denúncia de violência doméstica pode ser feita pelo número 190, e a Lei Maria da Penha se aplica a agressões cometidas por parceiros ou familiares.

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