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Polícia do DF captura homem suspeito de furtar vinhos e uísques em supermercados

- Um homem de 30 anos foi preso por furtos de bebidas em supermercado no DF. - Os furtos causaram prejuízo superior a R$ 70 mil em 2024, afetando a segurança. - Suspeitos usavam mochilas revestidas com papel alumínio para burlar alarmes. - Bebidas furtadas eram vendidas em grupos de WhatsApp, segundo a polícia. - Investigações seguem para identificar outros envolvidos e coibir receptação.

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Investigadores da 9ª Delegacia de Polícia (Lago Norte) prenderam, no último domingo (26 de janeiro), um homem de 30 anos suspeito de furtar bebidas alcoólicas, como vinhos e uísques, de uma rede de supermercados no Distrito Federal. As investigações foram iniciadas após a empresa registrar queixa sobre uma série de furtos realizados por uma dupla, […]

Investigadores da 9ª Delegacia de Polícia (Lago Norte) prenderam, no último domingo (26 de janeiro), um homem de 30 anos suspeito de furtar bebidas alcoólicas, como vinhos e uísques, de uma rede de supermercados no Distrito Federal. As investigações foram iniciadas após a empresa registrar queixa sobre uma série de furtos realizados por uma dupla, resultando em um prejuízo superior a R$ 70 mil apenas em 2024. Além do impacto financeiro, os crimes afetaram a segurança dos funcionários e a reputação do grupo econômico.

Os suspeitos agiam de maneira planejada, rompendo lacres de segurança e utilizando mochilas revestidas com papel alumínio para evitar os alarmes. A polícia conseguiu identificar o veículo utilizado pela dupla, o que facilitou a identificação de um dos envolvidos. Comparando imagens das câmeras de segurança com registros da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), os investigadores confirmaram a participação do suspeito nos furtos.

Com as evidências coletadas, a 9ª DP solicitou à Justiça um mandado de prisão preventiva, que foi concedido. As investigações também indicaram que as bebidas furtadas estavam sendo vendidas em grupos de WhatsApp. O delegado-adjunto, Ronney Marcelo, alertou sobre os riscos de adquirir produtos de origem duvidosa, enfatizando a importância de desconfiar de preços muito baixos e da falta de nota fiscal.

As apurações continuam em busca de outros possíveis envolvidos na venda dos itens roubados. A polícia segue monitorando a situação para garantir a segurança da comunidade e coibir práticas criminosas.

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