Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Macaco-prego é atacado por sucuri em MT e guia explica: ‘Vontade é de ajudar, mas não podemos’

- Um vídeo de um macaco-prego atacado por uma sucuri foi gravado em Nobres (MT). - O guia turístico Roger Benedik presenciou a cena durante um passeio no aquário encantado. - A gravação gerou debates sobre a intervenção humana em ciclos naturais. - O comandante da Polícia Ambiental, Fagner do Nascimento, destacou que intervir é crime. - A situação ilustra a complexidade da cadeia alimentar e a importância da preservação.

0:00
Carregando...
0:00

Um vídeo que mostra um macaco-prego sendo imobilizado por uma sucuri foi registrado por um guia turístico em Nobres, Mato Grosso, durante um passeio no aquário encantado, em 21 de janeiro. O guia, Roger Benedik, relatou que o grupo ouviu gritos dos macacos e se dirigiu à área para entender a situação. Nas imagens, o […]

Um vídeo que mostra um macaco-prego sendo imobilizado por uma sucuri foi registrado por um guia turístico em Nobres, Mato Grosso, durante um passeio no aquário encantado, em 21 de janeiro. O guia, Roger Benedik, relatou que o grupo ouviu gritos dos macacos e se dirigiu à área para entender a situação. Nas imagens, o macaco aparece se debatendo enquanto grita, mas não há informações sobre seu destino após o ataque.

Roger destacou que, apesar da vontade de ajudar, a intervenção não é permitida, pois isso poderia configurar crime ambiental. Ele enfatizou que a cena é parte do ciclo natural e não deve ser interrompida. O comandante do Batalhão de Polícia Militar de Proteção Ambiental de Mato Grosso, Fagner do Nascimento, corroborou essa visão, explicando que separar os animais é considerado perseguição, infringindo o artigo 29 da Lei de Crimes Ambientais.

Fagner também ressaltou que a sucuri está em seu habitat natural e que o macaco faz parte da cadeia alimentar do réptil. Ele comparou a situação a um predador no Pantanal, afirmando que a intervenção humana não é adequada. A gravação gerou discussões sobre a ética da intervenção em situações naturais e a importância de respeitar os ciclos da vida selvagem.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais