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Argemiro Antônio da Silva, foragido da Papuda, é morto em confronto com a PM em Goiás

- Argemiro Antônio da Silva, conhecido como "Costelinha", fugiu em 3 de janeiro. - Ele foi encontrado em uma chácara em Goiás e morreu em confronto com a PMGO. - Costelinha cumpria 125 anos por crimes, incluindo roubos a banco e latrocínio. - Sua quadrilha era conhecida por ações violentas e bem planejadas em agências bancárias. - A fuga e morte de Argemiro levantam questões sobre a segurança penitenciária no DF.

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Argemiro Antônio da Silva, de 62 anos, conhecido como “Costelinha”, foi morto em um confronto com a Polícia Militar de Goiás (PMGO) nesta segunda-feira, 3 de fevereiro, após um mês de fuga do Complexo Penitenciário da Papuda. Ele havia escapado da ala de idosos do Centro de Internamento e Reeducação (CIR) em 3 de janeiro, […]

Argemiro Antônio da Silva, de 62 anos, conhecido como “Costelinha”, foi morto em um confronto com a Polícia Militar de Goiás (PMGO) nesta segunda-feira, 3 de fevereiro, após um mês de fuga do Complexo Penitenciário da Papuda. Ele havia escapado da ala de idosos do Centro de Internamento e Reeducação (CIR) em 3 de janeiro, serando as grades da cela. Durante a operação, Argemiro foi encontrado em uma chácara em Águas Lindas de Goiás, onde tentou fugir e disparou contra os policiais, que revidaram.

Argemiro tinha um extenso histórico criminal, com pelo menos sete roubos a banco, incluindo um notório assalto em 1999 ao Banco de Brasília, onde sua quadrilha utilizou armas de fogo e fez reféns. Ele foi condenado a 125 anos de prisão por diversos crimes, incluindo latrocínio e associação criminosa. A PMGO, que monitorava seu paradeiro desde a fuga, apreendeu uma pistola calibre 380 e munições no local do confronto.

A fuga de Argemiro foi considerada uma situação grave, levando a Secretaria de Administração Penitenciária do Distrito Federal (Seape) a solicitar sua inclusão na Lista de Difusão Vermelha da Interpol. A administração penitenciária enfrenta críticas pela superlotação e pela segurança do complexo, onde Argemiro já havia tentado escapar anteriormente.

Após a morte de Argemiro, a polícia reforçou a importância da colaboração da sociedade na localização de foragidos. Informações sobre fugitivos podem ser repassadas à Polícia Penal do Distrito Federal, Polícia Militar ou Polícia Civil.

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