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Ônibus da Transwolff perde controle e causa danos em São Paulo, mas ninguém se feriu

- Um ônibus da Transwolff perdeu o controle na Rua Jequirituba, em São Paulo. - O incidente não deixou feridos, mas causou danos a veículos e um imóvel. - SPTrans e Transwolff investigam as causas do acidente ocorrido no sábado. - Prefeitura planeja encerrar contratos com Transwolff e UpBus por ligações com PCC. - Transwolff considera ação judicial contra a decisão da prefeitura, classificada como ilegal.

Um ônibus da Transwolff se envolveu em um incidente na Rua Jequirituba, no Grajaú, zona sul de São Paulo, no último sábado, 8. O coletivo, que operava na Linha 6062/10 – Term. Grajaú – Jd. Castro Alves, estava estacionado sem passageiros quando desceu a via e atingiu veículos, um imóvel e derrubou uma árvore. Felizmente, […]

Um ônibus da Transwolff se envolveu em um incidente na Rua Jequirituba, no Grajaú, zona sul de São Paulo, no último sábado, 8. O coletivo, que operava na Linha 6062/10 – Term. Grajaú – Jd. Castro Alves, estava estacionado sem passageiros quando desceu a via e atingiu veículos, um imóvel e derrubou uma árvore. Felizmente, ninguém ficou ferido.

A Secretaria de Mobilidade Urbana e Transporte e a São Paulo Transporte (SPTrans) informaram que o ônibus foi levado à garagem para investigar as causas do acidente e implementar medidas preventivas. A SPTrans destacou que está comprometida em evitar que episódios semelhantes ocorram no futuro. A Transwolff também registrou um boletim de ocorrência para apurar os detalhes do incidente.

Além disso, a Transwolff enfrenta um cenário complicado, pois a Prefeitura de São Paulo anunciou o término dos contratos com a empresa, que está sob investigação do Ministério Público por supostas ligações com o Primeiro Comando da Capital (PCC). As defesas apresentadas pela Transwolff e pela UpBus foram rejeitadas, e a prefeitura planeja substituí-las.

A Transwolff, por sua vez, declarou que buscará a Justiça para contestar a decisão da prefeitura, considerando-a “arbitrária” e “ilegal”. Desde o ano passado, as empresas estão sendo investigadas na Operação Fim da Linha, que investiga as possíveis conexões com o PCC.

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