No bairro de Jurujuba, um barco afundado há quase dez anos representa um risco para a comunidade, especialmente para as crianças que brincam na praia. A embarcação, localizada em frente ao Jurujuba Iate Clube, está em deterioração, com madeiras expostas e presença de roedores. No ano passado, uma menina de oito anos se feriu ao […]
No bairro de Jurujuba, um barco afundado há quase dez anos representa um risco para a comunidade, especialmente para as crianças que brincam na praia. A embarcação, localizada em frente ao Jurujuba Iate Clube, está em deterioração, com madeiras expostas e presença de roedores. No ano passado, uma menina de oito anos se feriu ao pisar em um prego, resultando em uma licença médica de seis dias e um desconto salarial de quase R$ 800 para sua mãe, que expressou indignação com a situação.
Moradores afirmam que a embarcação já estava no local quando se mudaram para a região. Além do barco em ruínas, há outros barcos na praia, mas em melhores condições. Pescadores locais destacam que barcos abandonados não são comuns entre os moradores, que cuidam bem de suas embarcações. Um pescador insinuou que a falta de remoção do barco pode estar relacionada a interesses de pessoas influentes.
A vereadora Fernanda Louback (PL) foi acionada pela mãe da criança ferida e fez um apelo nas redes sociais para que a prefeitura tome providências. Ela enviou um ofício à Secretaria de Governo solicitando a remoção do barco, ressaltando o risco de acidentes e a necessidade de garantir a segurança da praia para a população. O comodoro do Iate Clube, Manoel Luiz Fernandez, também expressou preocupação com a situação e a obstrução do acesso à praia.
O secretário de Administração Regional de Jurujuba, Augusto Torres, informou que já solicitou a remoção do barco ao proprietário e, caso não haja resposta, acionará os órgãos competentes. Ele mencionou a criação de uma comissão com a Capitania dos Portos para organizar a orla. A Capitania dos Portos do Rio de Janeiro anunciou uma iniciativa para remover embarcações na Baía de Guanabara, o que pode ser uma solução para o problema em Jurujuba, caso os responsáveis não sejam identificados.
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