Em Santa Maria, no Rio Grande do Sul, cones de sinalização derreteram devido ao intenso calor registrado na região. O fenômeno foi confirmado pela prefeitura, que informou que os cones, feitos de material emborrachado, ficaram expostos ao sol e ao asfalto quente por três dias. Eles estavam localizados no estacionamento da Secretaria de Infraestrutura e […]
Em Santa Maria, no Rio Grande do Sul, cones de sinalização derreteram devido ao intenso calor registrado na região. O fenômeno foi confirmado pela prefeitura, que informou que os cones, feitos de material emborrachado, ficaram expostos ao sol e ao asfalto quente por três dias. Eles estavam localizados no estacionamento da Secretaria de Infraestrutura e Mobilidade, na Avenida Medianeira, e foram instalados na tarde de sexta-feira, 7 de fevereiro.
A deformação dos cones foi atribuída à combinação de altas temperaturas, que chegaram a 40°C, e à proximidade de uma corrente de aço que protege o estacionamento, que pode ter intensificado o calor. Após a constatação do derretimento na segunda-feira, 10, os cones danificados foram retirados e descartados, sendo substituídos por novos equipamentos.
O calor extremo no Rio Grande do Sul é resultado de uma massa de ar quente que afeta a região, com alerta vermelho para onda de calor emitido pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). O aviso deve permanecer até pelo menos o início da noite de quarta-feira, 12, podendo ser estendido. Além disso, o início do ano letivo em 2.320 escolas estaduais foi adiado para a próxima semana por determinação judicial.
A onda de calor é um fenômeno meteorológico caracterizado por temperaturas muito acima da média por vários dias consecutivos. Em Santa Maria, a temperatura máxima registrada foi de 37°C, com recordes de até 40°C em dias subsequentes. Essa é a segunda onda de calor do ano, sendo a primeira entre 15 e 19 de janeiro.
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