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Família defende inocência de piloto de moto preso após universitário ser baleado

- Thiago Marques Gonçalves, motociclista, foi preso após um tiroteio na Penha. - A família defende sua inocência, alegando que ele é trabalhador e pai de dois filhos. - O policial reformado que disparou alega reconhecer Thiago como assaltante. - A Polícia Militar e a Corregedoria investigam a dinâmica do evento e as provas. - O caso levanta questões sobre a atuação policial e a presunção de inocência.

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A família de Thiago Marques Gonçalves, que pilotava uma moto de aplicativo, busca esclarecimentos sobre sua prisão após o universitário Igor Melo de Carvalho, de 31 anos, ser baleado por um policial reformado na madrugada de segunda-feira, na Penha, Zona Norte do Rio. A mãe de Thiago questiona: “Por que meu filho está preso? Ele […]

A família de Thiago Marques Gonçalves, que pilotava uma moto de aplicativo, busca esclarecimentos sobre sua prisão após o universitário Igor Melo de Carvalho, de 31 anos, ser baleado por um policial reformado na madrugada de segunda-feira, na Penha, Zona Norte do Rio. A mãe de Thiago questiona: “Por que meu filho está preso? Ele é trabalhador, tem dois filhos pequenos”. Thiago, auxiliar de açougue, alugava a moto para complementar a renda.

O inspetor de polícia Vinicius, da 22ª DP (Penha), afirmou que a investigação está focada em encontrar provas, como registros de corridas feitas por Thiago. Ele ressaltou a importância de conversar com o piloto e pediu à família que colabore, especialmente se alguém tiver os pertences dele, como o telefone. “Estamos procurando provas”, disse o inspetor.

O pai de Thiago, Clemilson da Silva, considera a prisão injusta, alegando que o filho estava apenas trabalhando. Ele questionou o reconhecimento feito pela vítima do assalto, afirmando que Thiago estava “na hora errada, no lugar errado”. Clemilson recorda que, na noite do incidente, Thiago estava em casa antes de sair para trabalhar.

O secretário de Polícia Militar, Marcelo Menezes, declarou que o caso está sendo investigado e que o policial militar será ouvido pela corregedoria. Ele explicou que o policial aposentado perseguiu um motociclista após sua namorada ser vítima de uma tentativa de roubo. A PM informou que o caso foi registrado na 22ª DP, onde o policial se apresentou como autor dos disparos, e que a investigação está em andamento.

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