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Padrasto é condenado a 67 anos por estupro e morte de enteada em Porto Alegre

- O padrasto foi condenado a 67 anos e 10 meses por homicídio e estupro. - O crime ocorreu em fevereiro de 2024, na Zona Leste de Porto Alegre. - A menina foi levada ao hospital com ferimentos, onde a morte foi constatada. - O réu já tinha antecedentes por lesão corporal e agressão. - O julgamento durou cerca de doze horas, com o réu confessando o crime.

Na noite de terça-feira, 25 de fevereiro de 2024, foi concluído o julgamento de um homem acusado pelo estupro e homicídio de sua enteada de apenas um ano, ocorrido na Zona Leste de Porto Alegre. O padrasto foi condenado a 67 anos e 10 meses de reclusão em regime fechado, sendo responsabilizado por estupro de […]

Na noite de terça-feira, 25 de fevereiro de 2024, foi concluído o julgamento de um homem acusado pelo estupro e homicídio de sua enteada de apenas um ano, ocorrido na Zona Leste de Porto Alegre. O padrasto foi condenado a 67 anos e 10 meses de reclusão em regime fechado, sendo responsabilizado por estupro de vulnerável e homicídio qualificado. O crime veio à tona quando a criança foi levada ao hospital pela família, onde faleceu devido aos ferimentos.

O júri teve início às 9h no Foro Central 1 e se estendeu até cerca das 21h. O nome do réu não foi divulgado, uma vez que o caso tramita em segredo de justiça. Ele já estava detido e foi condenado por homicídio qualificado, considerando motivos fúteis e o uso de meios cruéis, como asfixia e tortura, além de ter cometido o crime contra uma menor de 14 anos. O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul destacou que o estupro de vulnerável teve aumento de pena devido à autoridade que o homem exercia sobre a vítima.

Na noite do crime, o padrasto contatou a tia da menina, que frequentemente cuidava dela, alegando que a criança havia se engasgado. Ao chegar em casa, a tia encontrou a bebê desmaiada e com ferimentos. Com a ajuda de uma vizinha, a criança foi levada ao hospital, onde a equipe médica suspeitou de abuso sexual e acionou a Brigada Militar. O padrasto, que acompanhou a mãe da criança ao hospital, foi detido em flagrante e confessou o crime, embora negasse o abuso sexual.

Em fevereiro do ano passado, a Polícia Civil indiciou o homem por tortura, estupro e homicídio. O caso gerou grande repercussão e levantou discussões sobre a proteção de crianças em situações vulneráveis e a necessidade de medidas mais rigorosas contra abusadores.

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