A adolescente Vitória Regina de Souza, de 17 anos, foi encontrada morta em Cajamar, na Grande São Paulo, no dia 5 de março, após uma semana desaparecida. Ela havia saído do trabalho em um shopping e, durante o trajeto para casa, enviou mensagens a uma amiga relatando estar assediada por homens em um carro. O […]
A adolescente Vitória Regina de Souza, de 17 anos, foi encontrada morta em Cajamar, na Grande São Paulo, no dia 5 de março, após uma semana desaparecida. Ela havia saído do trabalho em um shopping e, durante o trajeto para casa, enviou mensagens a uma amiga relatando estar assediada por homens em um carro. O corpo foi localizado em uma área de mata, a cerca de 5 km de sua residência, em estado avançado de decomposição, sendo identificado por familiares através de tatuagens.
A polícia prendeu um suspeito, Maicol Antonio Sales dos Santos, que é investigado como o proprietário do veículo avistado nas proximidades do crime. A Justiça decretou sua prisão temporária, com a juíza afirmando haver “fortes indícios” de seu envolvimento, além de contradições em seus depoimentos. Buscas foram autorizadas em sua residência, assim como a quebra de sigilo de seus dados eletrônicos. Outro suspeito, Daniel Lucas Pereira, teve sua prisão negada, mas sua casa também foi alvo de buscas.
As investigações da Polícia Civil de São Paulo consideram duas linhas principais: vingança e ameaças. A polícia apura se alguém teria motivos para assassinar Vitória ou se ela foi ameaçada recentemente, conforme relatos da família. Ao todo, pelo menos sete pessoas estão sendo investigadas por possíveis vínculos com o crime, e a hipótese de que Vitória tenha sido levada a um cativeiro e torturada antes de ser morta está sendo considerada.
Um ex-namorado da vítima compareceu à delegacia como investigado, mas não há evidências que o liguem diretamente ao assassinato, segundo o delegado Aldo Galiano. A polícia continua a investigar as circunstâncias do crime, buscando esclarecer o que realmente ocorreu e identificar todos os envolvidos.
Entre na conversa da comunidade