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Capitão russo é preso após colisão de cargueiro com petroleiro no Mar do Norte

- O capitão russo, Vladimir Motin, foi preso por homicídio culposo após colisão. - O petroleiro "Stena Immaculate" transportava querosene para o exército dos EUA. - Um membro da tripulação do "Solong" foi declarado morto; a vítima tinha 38 anos. - A colisão causou explosões e incêndios na costa leste da Inglaterra. - A próxima audiência do caso está agendada para 14 de abril em Londres.

O capitão russo do porta-contêineres que colidiu com um petroleiro no Mar do Norte foi colocado em prisão preventiva no último sábado (15). Vladimir Motin, de 59 anos, natural de São Petersburgo, enfrenta acusações de homicídio culposo por negligência grave, conforme decisão da justiça britânica. Ele compareceu a uma audiência no tribunal de primeira instância […]

O capitão russo do porta-contêineres que colidiu com um petroleiro no Mar do Norte foi colocado em prisão preventiva no último sábado (15). Vladimir Motin, de 59 anos, natural de São Petersburgo, enfrenta acusações de homicídio culposo por negligência grave, conforme decisão da justiça britânica. Ele compareceu a uma audiência no tribunal de primeira instância de Hull, no nordeste da Inglaterra, após o acidente ocorrido na segunda-feira.

A colisão, que aconteceu em alta velocidade, envolveu o porta-contêineres e o petroleiro “Stena Immaculate”, resultando em explosões e incêndios na costa leste da Inglaterra. Os 23 membros da tripulação do petroleiro, que transportava querosene para o exército dos Estados Unidos, conseguiram desembarcar, assim como 13 das 14 pessoas a bordo do “Solong”. Um membro da tripulação do “Solong”, identificado como Angelo Pernia, de 38 anos, é considerado morto.

Nenhum pedido de libertação foi feito para Motin, que não precisou se declarar culpado ou inocente. A próxima audiência está agendada para Londres no dia 14 de abril. O petroleiro estava ancorado a 20 km da costa, perto de Hull, no momento da colisão. A polícia britânica havia solicitado prorrogações da custódia do capitão para investigar as complexidades do acidente, especialmente em relação à localização dos navios.

O Governo britânico descartou a possibilidade de um ato criminoso, enfatizando que as investigações estão em andamento para esclarecer as circunstâncias do acidente.

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