O Rio de Janeiro enfrenta um período de chuvas intensas entre esta sexta-feira, quatro de abril, e domingo, seis de abril, com previsão de um volume excepcional que pode ultrapassar a média mensal do mês. Na madrugada de sexta, a cidade registrou alagamentos, especialmente na Zona Oeste, levando a um Estágio 2 de alerta, que indica riscos de ocorrências de alto impacto. O Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) reforçou os alertas para a região, prevendo que a situação se agrave com a chegada de uma frente fria.
As chuvas já causaram impactos significativos, com registros de até oitenta e oito milímetros em Angra dos Reis e alagamentos em diversas ruas da capital, dificultando a mobilidade. A previsão é de que as pancadas de chuva se intensifiquem ao longo do dia, acompanhadas de raios e ventos que podem chegar a cem quilômetros por hora. A Defesa Civil alertou para o risco de deslizamentos, especialmente na Costa Verde e na capital, onde o solo já está saturado.
Além disso, a Marinha do Brasil emitiu um aviso de ressaca para o litoral, com ondas que podem chegar a três metros. A situação é crítica em Petrópolis, onde a prefeitura decretou ponto facultativo e suspendeu aulas como medida preventiva. O Cemaden classificou o risco de deslizamentos na região como muito alto, devido à previsão de chuvas persistentes.
Outras regiões do Brasil, como São Paulo e Minas Gerais, também enfrentam riscos de eventos hidrológicos e geológicos, com alertas de alagamentos e deslizamentos. O Cemaden destacou que o risco é considerado alto em áreas urbanas densamente povoadas, exigindo atenção das defesas civis locais e medidas de prevenção para minimizar os impactos das chuvas intensas.
O Rio de Janeiro enfrenta um período de chuvas intensas entre esta sexta-feira (4) e domingo (6), com previsão de um volume excepcional que pode ultrapassar a média mensal de abril. Na madrugada de sexta, a cidade registrou alagamentos, especialmente na Zona Oeste, levando a um Estágio 2 de alerta, indicando riscos de ocorrências de alto impacto. O Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) reforçou os alertas para a região, prevendo que a situação se agrave com a chegada de uma frente fria.
As chuvas já causaram impactos significativos, com registros de até 88,5 milímetros em Angra dos Reis e alagamentos em diversas ruas da capital, dificultando a mobilidade. A previsão é de que as pancadas de chuva se intensifiquem ao longo do dia, acompanhadas de raios e ventos de até 100 km/h. A Defesa Civil alertou para o risco de deslizamentos, especialmente na Costa Verde e na capital, onde o solo já está saturado.
Além disso, a Marinha do Brasil emitiu um aviso de ressaca para o litoral, com ondas que podem chegar a três metros. A situação é crítica em Petrópolis, onde a prefeitura decretou ponto facultativo e suspendeu aulas como medida preventiva. O Cemaden classificou o risco de deslizamentos na região como muito alto, devido à previsão de chuvas persistentes.
Outras regiões do Brasil, como São Paulo e Minas Gerais, também enfrentam riscos de eventos hidrológicos e geológicos, com alertas de alagamentos e deslizamentos. O Cemaden destacou que o risco é considerado alto em áreas urbanas densamente povoadas, exigindo atenção das defesas civis locais e medidas de prevenção para minimizar os impactos das chuvas intensas.
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