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Álvaro Aguado, do Espanyol, é investigado por agressão sexual em discoteca de Barcelona

Álvaro Aguado, do Espanyol, é investigado por agressão sexual a funcionária do clube em festa em Barcelona. Jogador deve depor em maio.

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O jogador Álvaro Aguado, do Espanyol, está sendo investigado por uma suposta agressão sexual a uma funcionária do clube. O incidente teria ocorrido em uma festa na discoteca Opium, em Barcelona, após a vitória do time sobre o Oviedo, que garantiu o ascenso à Primeira Divisão em junho de 2024. A denúncia foi feita meses depois do ocorrido, e Aguado deve prestar depoimento em maio. A investigação está sendo conduzida pelo juzgado de instrução 13 de Barcelona, que abriu um processo contra ele. Tanto a vítima quanto o jogador já têm advogados e estão envolvidos no caso. Um porta-voz do Espanyol pediu que se respeite a presunção de inocência de Aguado, que nega as acusações. A denúncia levou à abertura de um inquérito, mas, ao contrário de outros casos, o juiz decidiu convocar o jogador diretamente para depor.

O jogador Álvaro Aguado, do Espanyol, está sendo investigado por uma suposta agressão sexual a uma funcionária do clube. O incidente teria ocorrido na discoteca Opium, em Barcelona, durante uma festa que celebrava o ascenso do time à Primeira Divisão, em junho de 2024. A denúncia foi formalizada meses após o ocorrido, e Aguado deve prestar depoimento em maio.

A investigação está sendo conduzida pelo juzgado de instrução 13 de Barcelona, que abriu um processo por agressão sexual contra o atleta de 28 anos. A festa, organizada por funcionários do clube, ocorreu na noite de 23 de junho, após a vitória do Espanyol sobre o Oviedo. A vítima e o jogador são ambos empregados do clube.

Fontes judiciais confirmaram que tanto a vítima quanto Aguado já possuem representação legal e estão formalmente envolvidos no processo. Um porta-voz do Espanyol pediu que se respeite a presunção de inocência do jogador, enquanto pessoas próximas a Aguado afirmam que ele nega veementemente as acusações.

A denúncia levou à abertura de um inquérito pelos Mossos d’Esquadra, mas, diferentemente de outros casos, o juzgado decidiu convocar diretamente o jogador para depor. O caso destaca a importância de tratar denúncias de agressão sexual com seriedade e a necessidade de um processo judicial justo.

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