Uma jovem de 19 anos, chamada Maria Daniela Ferreira Alves, foi vítima de um crime violento em uma festa escolar em Alagoas. Ela foi dopada com medicamentos, agredida e estuprada, o que a deixou em coma por cinco dias e com sérias sequelas. O suspeito do crime é Victor Bruno da Silva Santos, de 18 anos, que era colega de Maria. A polícia já pediu a prisão dele, mas ele está foragido.
A investigação revelou que Victor usou sedativos, como Diazepam e Haloperidol, para dopar Maria antes de cometer o crime. O laudo médico mostrou que ela teve um traumatismo craniano grave e precisa de cuidados médicos constantes. O caso aconteceu em dezembro de 2024, mas só foi divulgado em 2025, quando o pai de Maria falou sobre a situação dela. Hoje, ela precisa de ajuda para realizar tarefas diárias.
Victor nega as acusações e diz que Maria passou mal, mas as investigações e depoimentos de testemunhas contradizem sua versão. O Ministério Público está buscando a prisão dele, que ainda não foi encontrado. A polícia pede que qualquer informação sobre o paradeiro do suspeito seja enviada anonimamente.
Uma jovem foi vítima de um crime brutal durante uma confraternização escolar em uma chácara no interior de Alagoas. Maria Daniela Ferreira Alves, de dezenove anos, foi dopada com cinco medicamentos controlados, agredida e estuprada, resultando em coma por cinco dias e sequelas neurológicas graves. O suspeito, Victor Bruno da Silva Santos, de dezoito anos, colega de turma da vítima, teve a prisão decretada, mas permanece foragido.
A investigação da Polícia Civil concluiu que Victor Bruno dopou a jovem com uma combinação de substâncias sedativas, incluindo Diazepam e Haloperidol, antes de cometer o crime. O laudo médico indicou que Maria sofreu traumatismo craniano grave e comprometimento cerebral importante devido à privação de oxigênio, necessitando de acompanhamento médico contínuo e reabilitação.
O caso, que ocorreu na noite de seis de dezembro de dois mil e vinte e quatro, só ganhou notoriedade em dois mil e vinte e cinco, quando o pai da vítima revelou o estado debilitado da filha. Atualmente, Maria depende de auxílio para atividades diárias. A repercussão do crime mobilizou entidades de defesa das mulheres, enquanto Victor nega as acusações, afirmando que a jovem teria “passado mal”.
As investigações e depoimentos contradizem a versão do suspeito. O Ministério Público pediu a prisão preventiva de Victor, que ainda não foi localizado. A Polícia Civil de Alagoas solicita que informações sobre o paradeiro do suspeito sejam repassadas anonimamente pelo Disque-Denúncia 181.
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