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Procurador é preso por homicídio após atirar em morador de rua em Cuiabá

Procurador é preso após atirar em morador de rua em Cuiabá; crime ocorreu após suposta agressão ao seu veículo. Assembleia Legislativa se manifesta.

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Luiz Eduardo Figueiredo Rocha e Silva, procurador da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, foi preso por matar Ney Muller Alves Pereira, um morador de rua, com um tiro no rosto. O crime aconteceu na noite de quarta-feira, 9 de abril, em um posto de combustível em Cuiabá. No dia seguinte, Rocha e Silva se apresentou à polícia, entregando a arma e o carro que usou. Ele alegou que atirou porque a vítima danificou seu veículo e que também quebrou outro carro no local. O procurador foi preso em flagrante por homicídio qualificado, pois o crime foi considerado motivado por um motivo fútil e cometido de forma planejada. Após o disparo, ele fugiu do local. A Assembleia Legislativa lamentou a morte de Ney e afirmou que tomará as medidas necessárias em relação ao caso.

A Polícia Civil de Mato Grosso prendeu Luiz Eduardo Figueiredo Rocha e Silva, procurador da Assembleia Legislativa, acusado de assassinar Ney Muller Alves Pereira, um morador de rua, com um tiro no rosto. O crime ocorreu na noite de quarta-feira, 9 de abril, em um posto de combustível no bairro Boa Esperança, em Cuiabá.

Rocha e Silva se apresentou à Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) no dia seguinte, entregando a arma utilizada e o veículo que dirigia. Segundo a defesa, o procurador atirou após a vítima danificar seu carro e quebrar outro veículo no local.

O procurador foi preso em flagrante por homicídio qualificado, caracterizado como crime cometido por motivo fútil e por meio de emboscada. As investigações indicam que ele chamou a vítima para se aproximar antes de disparar. Após o ato, Rocha e Silva fugiu do local.

A Assembleia Legislativa lamentou a morte de Ney e afirmou que tomará as medidas administrativas necessárias. O presidente da Assembleia, Max Russi (PSB), destacou que “uma vida foi ceifada” e que não se pode aceitar a banalização de crimes dessa natureza.

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