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Empresária é condenada a 12 anos por assassinato de ex-funcionária em Catalão

Adriana Alexina Leal Borges André, condenada a 12 anos por matar Ana Vitória em 2018, confessou que o crime foi motivado por ciúmes.

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Adriana Alexina Leal Borges André foi condenada a 12 anos de prisão pelo assassinato de Ana Vitória Pereira Alves, que aconteceu em março de 2018 em um restaurante em Catalão, Goiás. O crime ocorreu após uma discussão em que Ana confirmou que tinha um relacionamento com o marido de Adriana, o que gerou ciúmes. Adriana, de 38 anos, buscou Ana em casa, dizendo que precisava de ajuda no trabalho. Durante a briga no restaurante, após a confirmação do relacionamento, Adriana disparou um tiro na cabeça de Ana. O marido de Adriana estava nos fundos do restaurante e, ao ouvir o tiro, fugiu com medo. Depois do crime, Adriana deixou o local e se apresentou à polícia dois dias depois. Ela foi presa em 2023, sete anos após o assassinato. A amiga de Ana, Cleia Teodoro, contou que Ana estava com medo antes de ir trabalhar e tentou convencê-la a não ir, mas Ana decidiu ir assim mesmo. O caso chamou a atenção da região e levantou discussões sobre a violência por ciúmes.

Adriana Alexina Leal Borges André foi condenada a 12 anos de prisão pelo assassinato de Ana Vitória Pereira Alves, ocorrido em março de 2018 em um restaurante em Catalão, Goiás. O crime foi motivado por ciúmes, após uma discussão em que Ana confirmou um suposto relacionamento com o marido de Adriana.

A empresária, de 38 anos, buscou Ana em sua casa antes do crime, alegando que estava passando mal e precisava de ajuda no trabalho. Durante a discussão no restaurante, Adriana questionou Ana sobre o relacionamento, e a jovem confirmou, o que levou a uma troca de ofensas. Em um momento de raiva, Adriana disparou um tiro na cabeça da vítima.

Após o crime, o marido de Adriana estava nos fundos do restaurante e, ao ouvir o disparo, fugiu, temendo ser alvo da esposa. Adriana deixou o local e, dois dias depois, se apresentou à polícia, sendo indiciada por homicídio. Ela foi presa em 2023, sete anos após o crime.

A amiga de Ana, Cleia Teodoro, relatou que a jovem havia expressado medo antes de ir trabalhar e que tentou convencê-la a não ir. “Ela quis ir,” disse Cleia, ressaltando a preocupação com a segurança da amiga. O caso gerou repercussão na região e levantou discussões sobre a violência motivada por ciúmes.

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