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Muro de edifício desaba no Humaitá durante obra de condomínio vizinho; ninguém se feriu

Muro desaba em Humaitá durante obra de condomínio; subprefeitura embarga construção e Defesa Civil confirma limpeza dos escombros.

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Na manhã de sábado, parte do muro de um prédio na Rua Cesário Alvim, no Humaitá, desabou durante a concretagem de uma obra ao lado. Ninguém ficou ferido, mas o incidente causou preocupação nos moradores. A subprefeitura embargou a construção até que uma nova vistoria seja feita. O síndico do prédio afetado disse que o desabamento foi causado por vibrações excessivas de um equipamento usado na obra, resultando na queda de vinte metros de muro e danos à fachada. A Defesa Civil já avaliou a situação e determinou que o muro será demolido e reconstruído. O subprefeito da Zona Sul, Bernardo Rubião, esteve no local e afirmou que a obra só poderá continuar após a avaliação dos engenheiros da prefeitura. Moradores, organizados em um grupo, relataram problemas de vibração desde o início da construção do Condomínio HUM, há mais de um ano, e tentaram negociar com a empresa responsável, mas sem sucesso. O síndico também mencionou que a construção já causou danos, como a invasão de uma retroescavadeira na garagem do prédio.

Na manhã de sábado, parte do muro de um edifício na Rua Cesário Alvim, no Humaitá, desabou durante a concretagem de uma obra vizinha. Apesar do susto, ninguém ficou ferido. A subprefeitura embargou a construção até nova vistoria, e a Defesa Civil confirmou que os responsáveis farão a limpeza dos escombros.

O desabamento ocorreu enquanto trabalhadores utilizavam um vibrador de concreto, que, segundo o síndico do prédio afetado, causou excesso de vibração. Ele relatou que vinte metros de muro caíram, danificando a fachada e outras partes do muro. A Defesa Civil já vistoriou a área e determinou que o muro será demolido e reconstruído.

O subprefeito da Zona Sul, Bernardo Rubião, esteve no local e afirmou que a obra só poderá ser retomada após a avaliação dos engenheiros da prefeitura. Moradores da região, organizados no grupo Humaitá Verde, relataram problemas de vibração e abalos desde o início da construção do Condomínio HUM, há mais de um ano.

Os moradores tentaram negociar o afastamento das divisas com a empresa responsável pela obra, mas sem sucesso. O síndico destacou que a construção já causou danos, como a invasão de uma retroescavadeira na garagem do prédio, e pediu mais atenção e respeito aos vizinhos.

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