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Aloha Airlines: o milagre do voo 243 e a descompressão explosiva que chocou o mundo

Voo 243 da Aloha Airlines: despressurização catastrófica resultou em tragédia e sobrevivência milagrosa. Entenda os detalhes do incidente.

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Em 28 de abril de 1988, o voo 243 da Aloha Airlines, um Boeing 737-200, teve uma emergência de despressurização enquanto voava entre as ilhas do Havai. A fuselagem perdeu uma grande parte, resultando na morte da comissária Clarabelle Lansing e ferimentos em 65 dos 94 passageiros. A comunicação entre a tripulação e a torre de controle foi dificultada pelo barulho na cabine. O comandante Robert Schornstheimer e a copiloto Madeline Tompkins conseguiram controlar a aeronave, que apresentava problemas estruturais e um motor parado. O pouso de emergência foi feito no aeroporto de Kahului, onde a situação se esclareceu. A Aloha Airlines não realizava inspeções visuais antes de cada voo, o que contribuiu para a falha. O Boeing 737-200 envolvido era um dos mais antigos em operação, com 89.680 ciclos de voo. A falta de uma cultura de manutenção adequada agravou os problemas de corrosão na fuselagem. O acidente revelou falhas na construção dos primeiros modelos de 737, que usavam um adesivo aplicado a frio. Após o incidente, a Boeing revisou seu processo de fabricação, mas a Aloha não seguiu as recomendações. O caso ficou conhecido como um “milagre” na aviação e foi retratado no filme “Miracle Landing”.

Em 28 de abril de 1988, o voo 243 da Aloha Airlines, um Boeing 737-200, enfrentou uma emergência de despressurização durante um trajeto entre as ilhas havaianas. A aeronave perdeu 35 metros quadrados da fuselagem, resultando na morte da comissária Clarabelle Lansing e ferimentos em 65 dos 94 ocupantes.

A comunicação entre a tripulação e a torre de controle foi prejudicada por barulhos na cabine. O comandante Robert Schornstheimer e a copiloto Madeline Tompkins conseguiram manter o controle da aeronave, que apresentava problemas estruturais e um motor inoperante. O pouso de emergência ocorreu no aeroporto de Kahului, onde a situação se tornou mais clara.

A Aloha Airlines não realizava inspeções visuais antes de cada decolagem, o que contribuiu para a falha estrutural. O Boeing 737-200 envolvido era um dos mais antigos em operação, com 89.680 ciclos de voo. A falta de uma cultura organizacional voltada para a manutenção agravou os problemas de corrosão na fuselagem.

O acidente expôs falhas na construção dos primeiros modelos de 737, que utilizavam um adesivo aplicado a frio. A Boeing revisou seu processo de fabricação após o incidente, mas a Aloha Airlines não seguiu as recomendações adequadas. O caso ficou conhecido como um “milagre” na aviação, sendo retratado no filme “Miracle Landing”.

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