A polícia prendeu Fabiano Helarico Ribeiro, de 29 anos, como o segundo suspeito do racha de charretes que causou a morte da turista Thalita Hoshino, de 37 anos, em Itanhaém, no dia 23 de março. Fabiano foi encontrado em São Bernardo do Campo e é acusado de dirigir uma das charretes que participava da corrida. Rudney Gomes, de 31 anos, já estava preso por ser o condutor da charrete que atropelou Thalita, que sofreu traumatismo craniano e faleceu dois dias após o acidente. A polícia investiga mais três pessoas que estão foragidas e têm mandados de prisão. Gabriela Neves, amiga de Thalita, contou que elas pedalavam na praia quando foram surpreendidas por duas charretes em alta velocidade. Moradores afirmam que corridas de charrete são comuns na região e frequentemente causam acidentes, sendo essa prática ilegal. As autoridades planejam instalar câmeras e fazer rondas para coibir essas corridas. O delegado Arilson Veras Brandão disse que os envolvidos assumiram o risco de causar a morte de Thalita ao correr em um local inadequado e em alta velocidade.
A polícia prendeu Fabiano Helarico Ribeiro, de 29 anos, como segundo suspeito do racha de charretes que resultou na morte da turista Thalita Hoshino, de 37 anos, em Itanhaém, no litoral paulista, no dia 23 de março. Fabiano foi detido em São Bernardo do Campo e é acusado de conduzir a charrete que participava da corrida.
Rudney Gomes, de 31 anos, já estava preso por ser o condutor da charrete que atropelou Thalita. A vítima sofreu traumatismo craniano e faleceu dois dias após o acidente. A polícia investiga a participação de mais três pessoas, que estão foragidas e têm prisões preventivas decretadas.
Gabriela Neves, amiga de Thalita, relatou que elas estavam pedalando na praia quando foram surpreendidas por duas charretes em alta velocidade. Moradores da região afirmam que corridas de charrete são comuns e frequentemente causam acidentes. A prática é considerada ilegal.
As autoridades locais planejam instalar câmeras e realizar rondas para coibir essas corridas. O delegado Arilson Veras Brandão afirmou que os envolvidos assumiram o risco de causar a morte de Thalita ao participarem da corrida em um local inadequado e em alta velocidade.
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