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Megaoperação prende Leo do Moinho, suspeito de liderar tráfico no centro de São Paulo

Leonardo Monteiro Moja, conhecido como Leo do Moinho, foi preso em 6 de agosto de 2024 durante a megaoperação Salus et Dignitas, que desmantelou um esquema de vigilância na favela do Moinho, em São Paulo. Ele é acusado de liderar o tráfico de drogas na região e de ser o verdadeiro proprietário de estabelecimentos comerciais, registrados em nome de um laranja. A defesa de Leo nega as acusações e afirma que ele provará sua inocência. O Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) revelou que a favela servia como um centro de inteligência do Primeiro Comando da Capital (PCC), com imóveis equipados com câmeras e antenas que captavam sinais de comunicação das forças policiais. A investigação, que contou com a participação da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), identificou um sistema clandestino de telecomunicações que alertava os criminosos sobre a movimentação policial. Além de Leo do Moinho, a operação resultou na prisão de outras seis pessoas ligadas ao tráfico e na execução de 85 mandados de busca e apreensão. A favela do Moinho, que voltou a ser foco de atenção após o governo de Tarcísio de Freitas anunciar planos de remoção dos moradores, também é conhecida por ser um local de embalo de drogas e de "tribunais do crime". Leo do Moinho já havia sido preso anteriormente e, em 2021, foi condenado por formação de organização criminosa. Ele estava em liberdade condicional desde 2023. A operação atual visa desmantelar o controle do PCC no centro de São Paulo, com ações que incluem o bloqueio de bens e a interdição de estabelecimentos. A situação na favela gerou protestos, com moradores se manifestando contra a violência policial e a remoção forçada.

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Leonardo Monteiro Moja, conhecido como Leo do Moinho, foi preso em 6 de agosto de 2024 durante a operação Salus et Dignitas, que investigou um esquema de vigilância na favela do Moinho, em São Paulo. A ação revelou que a favela funcionava como um centro de inteligência do PCC, com imóveis equipados para monitorar a polícia. Leo do Moinho é acusado de ser o verdadeiro dono de hotéis e comércios na região, registrados em nome de outra pessoa, mas sua defesa afirma que ele é inocente e que a prisão é injusta. O governo planeja remover os moradores da favela, o que gerou protestos, incluindo incêndios em trilhos de trem. Leo do Moinho já tinha sido preso antes e estava em liberdade condicional. Ele foi absolvido em um caso de tráfico em 1997, mas condenado em 2018 por organização criminosa. A denúncia afirma que ele e seu grupo abasteciam a Cracolândia com drogas e lavavam dinheiro por meio de empresas e investimentos. A operação também investiga torres clandestinas de telecomunicação usadas para monitorar a polícia.

Líder do tráfico de drogas é preso em operação no centro de São Paulo

Leonardo Monteiro Moja, conhecido como Leo do Moinho, foi preso em 6 de agosto de 2024, durante a megaoperação Salus et Dignitas. A ação investiga um esquema de monitoramento e vigilância na favela do Moinho, no centro de São Paulo, e desmantelou parte da atuação do PCC na região.

Esquema de monitoramento policial descoberto

A investigação do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) revelou que a favela do Moinho funcionava como um centro de inteligência da facção criminosa. Imóveis na área estavam equipados com câmeras, vigilantes e antenas para interceptar comunicações policiais.

Acusações e defesa do suspeito

Leo do Moinho é apontado como o real proprietário de hotéis e comércios na região central, registrados em nome de um laranja. A defesa nega as acusações e afirma que provará a inocência de seu cliente. O advogado Rodrigo Benetti declarou que a prisão é “abusiva e injusta”.

Remoção da favela e protestos

O governo estadual anunciou um plano de remoção gradual dos moradores da favela do Moinho, o que gerou protestos. Manifestantes atearam fogo aos trilhos da CPTM após relatos de agressões policiais durante uma invasão na comunidade.

Histórico criminal e liberdade condicional

Leo do Moinho já foi preso anteriormente, em 2021, e estava em liberdade condicional desde 2023. Ele foi absolvido em 1997 em um processo por tráfico de drogas, mas condenado em 2018 por formação de organização criminosa.

Lavagem de dinheiro e atuação do PCC

Segundo a denúncia, o grupo liderado por Leo do Moinho era responsável pelo abastecimento de drogas na Cracolândia e lavava dinheiro por meio de depósitos, transferências e investimentos em empresas e hotéis. A operação também investiga a instalação de torres clandestinas de telecomunicação para monitorar a polícia.

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