Márcio André da Silva Teodoro, de 23 anos, foi preso em Duque de Caxias após confessar que matou sua ex-namorada, Dulcilene da Costa Rodrigues, de 39 anos, durante uma briga. Ele enterrou o corpo dela no quintal da casa onde moravam. Teodoro já tinha antecedentes criminais por estupro e homicídio. A polícia localizou Teodoro com a ajuda de sua prima, que denunciou seu paradeiro. Ele agora enfrenta acusações de feminicídio e ocultação de cadáver, com pena de até 40 anos de prisão. O crime ocorreu quatro dias antes da descoberta do corpo, e vizinhos relataram que Teodoro tinha um histórico de violência. A polícia investiga o caso como feminicídio qualificado, em um contexto de aumento da violência contra mulheres no estado.
Márcio André da Silva Teodoro, de 23 anos, foi preso na terça-feira, 24 de abril de 2025, após confessar ter matado sua ex-namorada, Dulcilene da Costa Rodrigues, de 39 anos, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. O crime ocorreu durante uma discussão, e o corpo da vítima foi encontrado enterrado no quintal da residência onde moravam.
Teodoro, que já possuía antecedentes criminais por estupro de vulnerável e homicídio, foi localizado com a ajuda de sua prima, que informou à polícia sobre seu paradeiro. Ele agora enfrenta acusações de feminicídio e ocultação de cadáver, podendo pegar até 40 anos de prisão. Dulcilene estava desaparecida há quatro dias antes do corpo ser descoberto, concretado no quintal.
O pedreiro confessou que, após a briga, aplicou um mata-leão em Dulcilene, resultando em sua morte. Em seguida, na madrugada de sábado, ele enterrou o corpo e cobriu o local com concreto e entulho. A polícia foi alertada por moradores que desconfiaram de Teodoro e decidiram cavar o quintal.
Histórico violento de Teodoro foi relatado por vizinhos e amigos de Dulcilene, que mencionaram que ele já havia feito declarações sobre ter cometido homicídios anteriores. A prima do acusado revelou que ele havia tentado abusar de sua filha, o que motivou seu contato com as autoridades.
A Polícia Civil do Rio de Janeiro investiga o caso como feminicídio qualificado. O Instituto de Segurança Pública do Rio (ISP-RJ) aponta que os índices de violência contra mulheres aumentaram em 2024, com 107 assassinatos registrados no estado, um aumento de 8% em relação ao ano anterior.
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