Três adolescentes de Denver foram acusados de jogar pedras em carros, resultando na morte de Alexa Bartell em abril de 2023. Joseph Koenig, de 20 anos, foi condenado por homicídio em primeiro grau, enquanto seus co-acusados, Zachary Kwak e Nicholas Karol-Chik, fizeram acordos de delação e podem receber penas menores. Durante o julgamento, uma pedra de nove libras quebrou o para-brisa do carro de Bartell, causando sua morte instantânea. A única evidência de DNA na pedra era de Bartell, tornando os depoimentos dos co-acusados importantes para a acusação. Os advogados de Koenig alegaram que ele não sabia que alguém havia se ferido e que tinha problemas de controle de impulso, mas a promotoria argumentou que ele tinha capacidade para lançar a pedra. Após o incidente, os adolescentes não buscaram ajuda e concordaram em não falar sobre o que aconteceu. Kwak, que inicialmente negou a responsabilidade, acabou confessando que Koenig lançou a pedra, enquanto Karol-Chik mudou seu depoimento e também acusou Koenig. Koenig será sentenciado em 3 de junho e pode enfrentar prisão perpétua.
Três adolescentes da região de Denver foram acusados de jogar pedras em carros, resultando na morte de Alexa Bartell em abril de 2023. O caso se complicou com disputas sobre quem lançou a pedra fatal.
Joseph Koenig, de 20 anos, foi condenado por homicídio em primeiro grau após seus co-acusados testemunharem contra ele. Ele enfrenta uma sentença de vida, enquanto os outros dois, Zachary Kwak e Nicholas Karol-Chik, que fizeram acordos de delação, podem receber penas menores.
Durante o julgamento, os jurados ouviram versões conflitantes sobre o incidente. Um pedra de paisagismo de nove libras, retirada de um estacionamento, quebrou o para-brisa do carro de Bartell, causando sua morte instantânea. A única evidência de DNA encontrada na pedra era de Bartell, tornando os testemunhos dos co-acusados cruciais para a acusação.
Os advogados de Koenig argumentaram que ele não sabia que alguém havia se ferido até que o carro de Bartell saiu da estrada. Eles também alegaram que ele apresentava transtorno de personalidade borderline, afetando seu controle de impulso. No entanto, a promotoria sustentou que Koenig, sendo canhoto e ao volante, tinha a capacidade de lançar a pedra.
Após o incidente, os três adolescentes não procuraram ajuda e concordaram em não falar sobre o ocorrido. Kwak, que inicialmente se isentou de responsabilidade, acabou confessando que Koenig lançou a pedra. Karol-Chik, que descreveu Koenig como um “irmão”, mudou seu depoimento, acusando-o de ser o responsável.
Kwak e Karol-Chik já firmaram acordos de delação, com penas que podem variar de 20 a 72 anos. Koenig, por sua vez, será sentenciado em 3 de junho e enfrenta uma pena obrigatória de prisão perpétua.
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