Um jovem de 22 anos, Patrik Silva, foi morto com um tiro na cabeça durante uma discussão no trânsito em Diadema, SP. Ele estava no carro de um amigo quando um motorista armado disparou contra eles após uma briga. O amigo tentou acelerar para escapar, mas Patrik foi atingido e não sobreviveu. O suspeito, que estava em um Citroën Cactus branco, parecia discutir com uma mulher no momento do ataque. O motorista pediu ajuda à Guarda Municipal, mas Patrik chegou ao hospital já sem vida. A polícia está investigando o caso, que foi registrado como homicídio, e o suspeito ainda não foi preso. Patrik foi sepultado no Cemitério Municipal de Diadema, e amigos o lembram como uma pessoa alegre e cheia de vida, pedindo justiça nas redes sociais.
Um jovem de 22 anos, identificado como Patrik Silva, foi morto com um tiro na cabeça durante uma discussão no trânsito em Diadema, São Paulo, no último domingo. O incidente ocorreu quando Patrik estava no banco do carona de um veículo dirigido por um amigo. Ao passarem pelo Corredor ABD, o carro foi fechado por outro veículo.
O amigo de Patrik relatou à polícia que, ao buzinar para pedir passagem, um homem armado saiu do carro e disparou contra eles. O motorista tentou acelerar para escapar, mas logo percebeu que Patrik havia sido atingido. No momento do ataque, o suspeito estava discutindo com uma mulher. O motorista, que dirigia um Citroën Cactus branco, buscou ajuda da Guarda Municipal para atendimento médico, mas Patrik não sobreviveu aos ferimentos e chegou ao hospital já sem vida.
Investigação em Andamento
A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP) informou que o local do crime foi periciado e que o amigo de Patrik forneceu detalhes sobre o suspeito. O caso foi registrado como homicídio no 3° DP de Diadema e está sendo investigado pelo Setor de Homicídios e Proteção à Pessoa (SHPP). Até o momento, o suspeito não foi preso.
Patrik foi sepultado na manhã de segunda-feira no Cemitério Municipal de Diadema, no bairro Conceição. Nas redes sociais, amigos e familiares o descreveram como uma pessoa “alegre, de sorriso fácil e que espalhava felicidade por onde passava”, e pedem justiça pelo ocorrido. A SSP-SP confirmou que, até a publicação desta reportagem, o autor do crime ainda não havia sido detido.
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