A juíza Andrea Calado da Cruz decidiu soltar três torcedores envolvidos em brigas entre as torcidas do Sport e do Santa Cruz, que ocorreram em Recife no dia 1º de fevereiro. Um dos liberados é João Victor Soares da Silva, presidente da torcida do Sport, que enfrenta acusações de associação criminosa. Os outros dois são João Victor Antônio da Silva e Thyago Mendes Barbosa. A juíza optou por medidas cautelares, como uso de tornozeleira eletrônica e proibição de frequentar estádios e se reunir com torcidas organizadas. O Ministério Público havia recomendado medidas apenas para um dos torcedores, mas a juíza decidiu incluir os três. João Victor Soares e Thyago Mendes já têm problemas anteriores com a Justiça, incluindo casos de violência. As brigas entre as torcidas resultaram em cenas de vandalismo e agressões em várias áreas de Recife, com vídeos mostrando a violência nas redes sociais.
A juíza Andrea Calado da Cruz, da 11ª Vara Criminal da Capital, concedeu liberdade provisória a três torcedores envolvidos em brigas entre torcidas organizadas do Sport e do Santa Cruz, ocorridas em Recife no dia 1º de fevereiro. A decisão foi tomada apesar da recomendação do Ministério Público de Pernambuco, que sugeriu medidas cautelares apenas para um dos acusados.
Entre os liberados está João Victor Soares da Silva, presidente da torcida do Sport, que enfrenta acusações de associação criminosa motivada por intolerância esportiva. Também foram beneficiados João Victor Antônio da Silva e Thyago Mendes Barbosa. A juíza justificou a decisão com a necessidade de medidas cautelares em vez da prisão, alegando proporcionalidade aos atos cometidos.
As medidas impostas incluem o uso de tornozeleira eletrônica, recolhimento domiciliar noturno, proibição de frequentar estádios e de se reunir com torcidas organizadas, além de não praticar novos crimes. Thyago Mendes Barbosa já possui um histórico criminal, incluindo processos por lesão corporal grave e furto qualificado.
Contexto dos Conflitos
Os conflitos entre as torcidas do Sport e do Santa Cruz resultaram em cenas de violência nas ruas de Recife, com brigas e vandalismo. Vídeos mostraram torcedores agredindo violentamente pessoas, e estabelecimentos comerciais foram saqueados. A Polícia Civil estava ciente dos planos de confronto antes do clássico, mas a situação se agravou rapidamente.
O Ministério Público havia solicitado medidas cautelares apenas para um dos torcedores, mas a decisão da juíza abrangeu todos os três envolvidos. A situação evidencia a preocupação com a segurança em eventos esportivos e a necessidade de ações mais rigorosas contra a violência entre torcidas.
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