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Cadela é atropelada e jogada em caminhão de lixo em Ponta Grossa

Câmeras mostram coletor jogando cadela atropelada em compactador de lixo em Ponta Grossa. Prefeitura investiga e afasta envolvidos.

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Uma cadela chamada Agatha foi atropelada por um caminhão de lixo em Ponta Grossa (PR) após escapar de casa. A tutora, Ana Julia Rodrigues, estudante de medicina veterinária, encontrou vestígios do acidente e, ao revisar imagens de câmeras de segurança, viu que um coletor jogou Agatha no compactador do caminhão, o que a impediu de sobreviver. Ana Julia contou que, ao procurar pela cadela, encontrou sangue e pelos na rua. O coletor alegou que a cadela estava morta antes de ser jogada no compactador, mas Ana Julia discorda, afirmando que a ação dele eliminou qualquer chance de Agatha sobreviver. A prefeitura de Ponta Grossa afastou os envolvidos e aguarda providências, enquanto a PGAmbiental reconheceu que o protocolo para esses casos não foi seguido. A empresa afirmou que o correto seria interromper a coleta e chamar um fiscal, o que não aconteceu.

Uma cadela chamada Agatha foi atropelada por um caminhão de lixo em Ponta Grossa (PR) na manhã de sexta-feira, após escapar de casa. A tutora, Ana Julia Rodrigues, estudante de medicina veterinária, encontrou vestígios do acidente e imagens de câmeras de segurança que mostram o coletor jogando Agatha no compactador do veículo, o que impediu sua sobrevivência.

Ana Julia relatou que Agatha saiu pelo portão da garagem em um momento de descuido. Ao procurar pela cadela, o pai dela encontrou vestígios de sangue e pelo na rua. As gravações mostram o caminhão atropelando Agatha e, em seguida, o coletor arremessando o animal no compactador junto a sacos de lixo. A estudante afirmou que essa ação eliminou qualquer chance de sobrevivência da cadela.

A PGAmbiental reconheceu que o protocolo não foi seguido, já que o procedimento correto seria interromper a coleta e acionar um fiscal. A prefeitura de Ponta Grossa afastou os envolvidos e aguarda providências. Em nota, a prefeitura lamentou o ocorrido e informou que um boletim de ocorrência será aberto.

Ana Julia destacou que o coletor afirmou à PGAmbiental ter constatado a morte de Agatha no local, o que ela contesta. “Não pudemos ter acesso ao corpo, pois, após passar pela prensa, não sobra nada”, disse. Agatha tinha cinco anos e era parte da família desde que nasceu, sendo um dos filhotes deixados para serem amamentados por outra cadela da casa.

A PGAmbiental afirmou que o afastamento dos envolvidos seguirá até a conclusão da apuração e eventual aplicação de medidas cabíveis. A empresa também ressaltou que a responsabilidade pela guarda de animais domésticos é exclusiva dos tutores.

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