Uma aluna de 15 anos do Colégio Mackenzie, em São Paulo, foi encontrada desacordada após relatar casos de racismo e bullying na escola. A mãe da adolescente disse que a escola ignorou os relatos e que a filha foi chantageada por colegas. A jovem, que era bolsista, está internada em um hospital psiquiátrico e a família planeja processar a escola, além de buscar uma nova instituição que valorize o letramento racial. A mãe contou que a filha enfrentava constantes ataques racistas e que, apesar de ter pedido ajuda psicológica na escola, não recebeu apoio. O colégio afirmou que prestou suporte à aluna e está investigando o caso, que envolve uma suspeita de tentativa de suicídio. A Polícia Civil está apurando a situação e a família espera que o caso não fique impune.
Uma aluna de 15 anos do Colégio Mackenzie, em São Paulo, foi encontrada desacordada após relatar episódios de racismo e bullying. A adolescente, que é bolsista, está internada em um hospital psiquiátrico desde o dia 29 de abril. A mãe da estudante afirmou que a escola ignorou os relatos de discriminação e que a filha foi chantageada por colegas.
A mãe detalhou que a filha enfrentava constantes ataques racistas e se sentia isolada. Ela mencionou que a adolescente chegou a ser chamada de “cigarro queimado” e “lésbica preta”. A situação se agravou quando a aluna foi forçada a beijar um colega no banheiro, ato que teria sido gravado e usado como chantagem. A família planeja processar a escola e busca uma nova instituição que priorize o letramento racial.
A direção do Colégio Mackenzie divulgou uma nota afirmando que prestou suporte à aluna e à família. No entanto, a mãe relatou que não recebeu ajuda adequada, mesmo após solicitar apoio psicológico. A Polícia Civil registrou ocorrência e investiga o caso, que inclui a suspeita de tentativa de suicídio. O celular da adolescente será periciado.
A advogada da família, Réa Sylvia, destacou que a escola não tomou providências após os relatos de racismo. A mãe da aluna expressou sua frustração com a falta de apoio e a necessidade de um ambiente escolar mais seguro. A situação da estudante permanece estável, mas ela continua em tratamento psiquiátrico.
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