Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Policial militar é suspeito de assassinar pintor durante pagode em Nova Iguaçu

Policial militar é suspeito de assassinar Jorge Mauro Ruas de Paiva durante pagode em Nova Iguaçu; motivação do crime ainda é investigada.

0:00
Carregando...
0:00

Jorge Mauro Ruas de Paiva, de 51 anos, foi assassinado a tiros durante um pagode em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. O principal suspeito é o policial militar Vinicius Rodrigues Pacheco, do 41º BPM. A família de Jorge afirma que ele não estava envolvido em brigas e que o atirador o escolheu aleatoriamente. Testemunhas disseram que houve uma briga, mas os parentes negam essa versão. O crime foi registrado por câmeras de segurança, mostrando o PM se aproximando da vítima com uma arma e disparando várias vezes. Jorge foi socorrido, mas não sobreviveu. A Polícia Civil está investigando o caso e pediu a prisão do policial, que ainda não foi encontrado.

Um homem foi assassinado a tiros durante um pagode em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, na madrugada de sábado, dia 10. A vítima, Jorge Mauro Ruas de Paiva, de 51 anos, foi atingida por disparos feitos pelo policial militar Vinicius Rodrigues Pacheco, do 41º Batalhão de Polícia Militar (BPM). O crime ocorreu em um bar na Rua Manoel Henrique, onde o evento estava lotado.

Imagens de câmeras de segurança mostram o PM se aproximando da vítima com um copo em uma mão e uma arma na outra. Ele disparou várias vezes à queima-roupa, deixando os frequentadores em pânico. Jorge foi socorrido, mas não resistiu aos ferimentos e morreu no local. A família da vítima nega que ele tenha se envolvido em qualquer briga e afirma que o atirador o escolheu aleatoriamente.

A Polícia Civil investiga o caso e já solicitou a prisão do policial, que ainda não foi localizado. A corporação afirmou que está colaborando com as investigações e que não tolera desvios de conduta entre seus agentes. A motivação do crime ainda está sendo apurada.

A sobrinha de Jorge, Monique Monteiro, expressou a indignação da família, afirmando que ele era uma pessoa querida e que não merecia um destino tão trágico. O corpo de Jorge foi sepultado no mesmo dia do crime, que ocorreu um dia antes do aniversário de seu filho. A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) continua a investigar o caso.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais