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Suspeito de assassinato de policial civil é morto em confronto com a polícia no Rio

Suspeito do assassinato do policial João Pedro Marquini é morto em confronto com a polícia no Rio; investigações seguem para capturar outros envolvidos.

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Um homem suspeito de participar do assassinato do policial João Pedro Marquini foi morto em um confronto com a polícia em Santa Cruz, no Rio de Janeiro. A polícia foi até a casa do suspeito para cumprir um mandado de prisão, mas ele atacou os agentes, que reagiram em legítima defesa. O homem foi levado ao hospital, mas não sobreviveu. A arma que ele usou foi apreendida. As investigações continuam para prender outros envolvidos no crime. João Pedro Marquini, de 38 anos, foi assassinado em março durante uma tentativa de assalto, enquanto voltava para casa com sua esposa, a juíza Tula Mello. Ele foi atingido por vários tiros ao tentar proteger a esposa durante o ataque.

Um suspeito de envolvimento no assassinato do policial civil João Pedro Marquini foi morto em um confronto com a polícia na noite de quinta-feira, em Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. A ação ocorreu quando agentes da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) e da Coordenadoria de Recursos Especiais (CORE) tentavam cumprir um mandado de prisão temporária.

De acordo com a Polícia Civil, o homem atacou os policiais assim que as viaturas chegaram ao local. A corporação afirmou que a reação dos agentes foi em legítima defesa e que nenhum policial ficou ferido. O suspeito foi levado a um hospital, mas não sobreviveu. A arma utilizada por ele foi apreendida.

As investigações sobre o assassinato de Marquini, ocorrido em março, continuam. O policial, de 38 anos, foi morto durante uma tentativa de assalto enquanto retornava para casa com sua esposa, a juíza Tula Mello. Na ocasião, ele foi atingido por vários disparos ao tentar proteger a esposa, que estava em um veículo blindado.

A Polícia Civil informou que o objetivo das investigações é capturar outros envolvidos no crime e desarticular o grupo responsável pela morte do agente. Um dos suspeitos, Antônio Augusto D’Angelo da Fonseca, já havia sido preso em abril em Copacabana. A corporação destacou que a ação de Marquini foi heroica, salvando a vida de sua esposa durante o ataque.

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