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Lewandowski descarta contato de Tuta com membros do PCC em prisão

Marcos Roberto de Almeida, conhecido como Tuta, foi expulso da Bolívia e entregue à Polícia Federal do Brasil após cinco anos foragido. Ele é um dos líderes do PCC (Primeiro Comando da Capital) e possui condenações por organização criminosa e lavagem de dinheiro. O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, afirmou que Tuta não terá contato com outros membros da facção na penitenciária federal de Brasília, onde ficará sob custódia. "Esse contato é impossível", garantiu o ministro em coletiva de imprensa. Tuta chegou ao Brasil no último domingo (18) após ser expulso da Bolívia em audiência judicial. O traficante foi capturado em Santa Cruz de la Sierra ao tentar renovar seu registro de estrangeiro com documentos falsos. Ele se apresentou como Maycon Gonçalves da Silva, mas a fraude foi descoberta pelas autoridades locais. A Polícia Federal confirmou sua identidade por meio de dados biométricos. Após a captura, Tuta foi entregue à PF em Corumbá, no Mato Grosso do Sul, e transferido para Brasília em um avião da polícia. A operação envolveu cinquenta policiais federais e foi coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, com apoio das polícias Militar e Civil do Distrito Federal. Tuta foi condenado a doze anos e seis meses de prisão pela Justiça de São Paulo, no âmbito da Operação Sharks, que investiga um esquema de lavagem de dinheiro do PCC. Estima-se que cerca de R$ 1,2 bilhão tenham sido enviados para o exterior com sua ajuda. O ministro Lewandowski destacou a importância da cooperação entre as forças de segurança para o sucesso da operação. **Linha fina:** Tuta, líder do PCC, foi capturado na Bolívia e transferido para Brasília, onde ficará isolado na penitenciária federal.

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Marcos Roberto de Almeida, conhecido como Tuta, foi expulso da Bolívia e entregue à Polícia Federal do Brasil após cinco anos foragido. Ele é um dos líderes do PCC e tem condenações por organização criminosa e lavagem de dinheiro. O ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, informou que Tuta ficará na penitenciária federal de Brasília sem contato com outros membros da facção. Ele foi capturado em Santa Cruz de la Sierra ao tentar renovar seu registro de estrangeiro com documentos falsos. A Polícia Federal confirmou sua identidade por meio de dados biométricos. Após a captura, Tuta foi levado para Corumbá e, em seguida, transferido para Brasília em um avião da polícia, com a participação de 50 policiais federais. Ele foi condenado a 12 anos e seis meses de prisão pela Justiça de São Paulo, em um caso que investiga um esquema de lavagem de dinheiro do PCC, onde cerca de R$ 1,2 bilhão foram enviados para o exterior com sua ajuda. O ministro destacou a importância da cooperação entre as forças de segurança para a operação.

Marcos Roberto de Almeida, conhecido como Tuta, foi expulso da Bolívia e entregue à Polícia Federal do Brasil após cinco anos foragido. Ele é um dos líderes do PCC (Primeiro Comando da Capital) e possui condenações por organização criminosa e lavagem de dinheiro.

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, afirmou que Tuta não terá contato com outros membros da facção na penitenciária federal de Brasília, onde ficará sob custódia. “Esse contato é impossível”, garantiu o ministro em coletiva de imprensa. Tuta chegou ao Brasil no último domingo (18) após ser expulso da Bolívia em audiência judicial.

O traficante foi capturado em Santa Cruz de la Sierra ao tentar renovar seu registro de estrangeiro com documentos falsos. Ele se apresentou como Maycon Gonçalves da Silva, mas a fraude foi descoberta pelas autoridades locais. A Polícia Federal confirmou sua identidade por meio de dados biométricos.

Transferência e Segurança

Após a captura, Tuta foi entregue à PF em Corumbá, no Mato Grosso do Sul, e transferido para Brasília em um avião da polícia. A operação envolveu 50 policiais federais e foi coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, com apoio das polícias Militar e Civil do Distrito Federal.

Tuta foi condenado a 12 anos e seis meses de prisão pela Justiça de São Paulo, no âmbito da Operação Sharks, que investiga um esquema de lavagem de dinheiro do PCC. Estima-se que cerca de R$ 1,2 bilhão tenham sido enviados para o exterior com sua ajuda. O ministro Lewandowski destacou a importância da cooperação entre as forças de segurança para o sucesso da operação.

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