O iate de luxo Bayesian afundou na costa da Sicília em agosto de 2024, resultando na morte de sete pessoas, incluindo o bilionário britânico Michael Lynch e sua filha. Recentemente, a equipe de salvamento recuperou o boom do iate, que faz parte do mastro de 72 metros. Essa peça é o primeiro destroço retirado do fundo do mar e sua recuperação é importante para a investigação sobre a morte do mergulhador Robcornelis Maria Huijben Uiben, que morreu em uma explosão subaquática enquanto tentava desanexar o boom. O iate, que ainda tem 18 mil litros de combustível a bordo, afundou durante uma tempestade enquanto estava ancorado perto de Porticello. Investigadores britânicos apontaram problemas estruturais como causa do naufrágio, mas autoridades italianas disseram que só poderão avaliar o casco após a remoção do iate, que está a 50 metros de profundidade. A equipe de salvamento, liderada pela TMC Marine, decidiu retirar o boom primeiro para ajudar na investigação, e a remoção do casco está prevista entre 26 e 28 de maio, dependendo do clima. Após a retirada, o iate será levado para exame no porto de Termini Imerese, e um relatório completo sobre o incidente deve ser divulgado até o final do verão.
Salvamento recupera boom do iate Bayesian, que afundou na Sicília em agosto de 2024, resultando na morte de sete pessoas, incluindo o bilionário britânico Michael Lynch e sua filha. O boom, parte do mastro de 72 metros, é o primeiro destroço retirado do fundo do mar.
Em 9 de maio, o mergulhador Robcornelis Maria Huijben Uiben, de 39 anos, morreu em uma explosão subaquática enquanto tentava desanexar o boom do iate. A recuperação do boom é crucial para a investigação sobre a morte do mergulhador, segundo autoridades da Guarda Costeira Italiana. O iate, que ainda possui 18 mil litros de combustível a bordo, afundou durante uma tempestade em 19 de agosto, enquanto estava ancorado perto de Porticello, na Sicília.
Investigadores britânicos, que chegaram ao local logo após o acidente, publicaram um relatório preliminar que aponta problemas estruturais como causa do naufrágio. No entanto, autoridades italianas refutaram essas conclusões, afirmando que a condição do casco só poderá ser avaliada após a remoção do iate do fundo do mar. O barco está deitado de lado a 50 metros de profundidade, dificultando a coleta de evidências visuais.
A equipe de salvamento, liderada pela TMC Marine, inicialmente planejou deixar o mastro e o boom no fundo até que o casco fosse retirado. Contudo, o boom foi retirado primeiro para auxiliar na investigação. O cronograma para a remoção do casco está previsto entre 26 e 28 de maio, dependendo das condições climáticas. Após a retirada, o iate será levado ao porto de Termini Imerese para ser examinado por autoridades competentes. Um relatório completo sobre o incidente deve ser divulgado até o final do verão.
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