Jorge Henrique Costa, conhecido como Dedinho, ex-presidente da Câmara de Vereadores de Nilópolis, foi assassinado a tiros no Centro da cidade. Ele chegou sem vida ao Hospital Municipal Juscelino Kubitschek. A Polícia Militar foi chamada após relatos de disparos e, ao chegar, soube que Dedinho já havia sido levado ao hospital. A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense investiga o caso. Dedinho já tinha problemas legais, tendo sido preso em 2019 por suspeita de envolvimento na morte de um adversário político. Em 2022, ele tentou se candidatar a deputado estadual, mas sua candidatura foi rejeitada devido à suspensão de seus direitos políticos. O assassinato levanta preocupações sobre a violência política na região e a segurança de quem participa de disputas eleitorais. A comunidade espera mais informações sobre o crime e os possíveis suspeitos.
O ex-presidente da Câmara de Vereadores de Nilópolis, Jorge Henrique Costa, conhecido como Dedinho, foi assassinado a tiros no Centro da cidade na tarde desta sexta-feira. Ele chegou sem vida ao Hospital Municipal Juscelino Kubitschek após ser baleado. A Polícia Militar foi acionada para atender a uma ocorrência de disparos de arma de fogo e, ao chegar ao local, soube que a vítima já havia sido levada ao hospital.
A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) investiga o caso. Dedinho já havia enfrentado problemas legais anteriormente, tendo sido preso em 2019 sob suspeita de envolvimento na morte do vereador e policial civil Roberto de Barros Batista, conhecido como Betinho. As investigações indicaram que ele teria mandado matar Betinho devido a conflitos políticos.
Em 2022, Dedinho tentou se candidatar a uma vaga de deputado estadual pelo PSD, mas sua candidatura foi rejeitada pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) devido à suspensão de seus direitos políticos. O assassinato de Dedinho levanta questões sobre a violência política na região e a segurança dos envolvidos em disputas eleitorais.
A comunidade local aguarda mais informações sobre as circunstâncias do crime e possíveis suspeitos. A investigação da DHBF deve esclarecer os motivos e responsáveis pelo assassinato, que choca a cidade e reacende o debate sobre a segurança pública na Baixada Fluminense.
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