Uma mulher que era coordenadora de uma clínica clandestina em Magé, na Baixada Fluminense, foi presa após investigações que duraram dois meses. Ela é acusada de crimes graves, como estupro, associação criminosa, cárcere privado e maus-tratos. A polícia encontrou a clínica onde os pacientes eram maltratados e mantidos em condições desumanas. A mulher, que já tinha passagens pela polícia, foi localizada trabalhando em outra clínica em Seropédica. Outras três pessoas envolvidas ainda estão sendo procuradas.
Uma mulher foi presa na sexta-feira (23) em Magé, na Baixada Fluminense, após investigações sobre uma clínica clandestina. Ela é acusada de estupro, associação criminosa, cárcere privado e maus-tratos a pacientes. A prisão ocorreu após dois meses de apurações realizadas pelas polícias civis da 66ª DP (Piabetá) e da 65ª DP (Magé).
As investigações começaram quando as autoridades descobriram a clínica, onde os pacientes eram submetidos a abusos e agressões. A mulher, que era ex-interna do local, foi promovida a coordenadora e passou a administrar medicamentos e a manter a ordem, frequentemente utilizando violência. O estabelecimento foi fechado, mas as apurações continuaram para responsabilizar todos os envolvidos.
Na operação, a Justiça expediu quatro mandados de prisão. A mulher detida, que já possui diversas anotações criminais, foi encontrada trabalhando em um centro terapêutico em Seropédica, também na Baixada Fluminense. Ela responderá pelos crimes mencionados, enquanto outros três suspeitos ainda estão sendo procurados. As investigações seguem em andamento para localizar os demais envolvidos.
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